Archive for julho, 2010
Nova tecnologia do MIT pode tornar internet até mil vezes mais rápida
Pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) desenvolveram uma tecnologia que, segundo eles, pode tornar a internet de 100 a 1.000 vezes mais rápida, além de mais barata.
Segundo Vincent Chan, professor de engenharia elétrica e ciência da computação do MIT e que conduziu a equipe de pesquisa, o truque para tais aumentos de performance está dentro dos roteadores que direcionam o tráfego na web. Isso porque a substituição dos sinais elétricos dentro deles por sinais ópticos tornaria a internet 100 vezes – ou até 1000 vezes – mais rápida, além de reduzir a quantidade de energia que ela consome.
De acordo com Chan, com os processadores cada vez mais poderosos e aplicativos dependendo cada vez mais de banda larga, a internet terá um “ponto de estrangulamento” no prazo de três a cinco anos. Segundo ele, os roteadores atuais têm dificuldade para lidar com os sinais de entrada de fibra óptica, principalmente no momento em que os mesmos são convertidos para sinais elétricos e que podem ser armazenados na memória até que sejam processados. Posteriormente, os sinais elétricos são convertidos de volta para os ópticos, para que possam ser enviados para o tráfego. Esse processo consome tempo e energia.
Mas a partir da tecnologia desenvolvida por Chan e sua equipe – que leva o nome de comutação de fluxo – tais conversões são eliminadas.
“A internet mais rápida seria um feito enorme”, disse Rob Enderle, principal analista da Enderle Group. “Agora, a rede é o gargalo para a computação atual. Essa tecnologia do MIT poderia transformar a indústria como nós a conhecemos. Precisamos de uma web mais rápida o quanto antes”.
No entanto, pelo menos até o momento, analistas apontam que seria caro para as empresas de infraestrutura substituir os roteadores atuais por outros com a nova tecnologia do MIT.
fonte: idgnow.uol.com.br
.NET com C# – XV Jornada de Cursos
Microsoft .NET é uma iniciativa da Microsoft que visa uma plataforma única para desenvolvimento e execução de sistemas e aplicações. Todo e qualquer código gerado para .NET pode ser executado em qualquer dispositivo que possua funcionalidades de tal plataforma.
Com idéia semelhante à plataforma Java, o programador deixa de escrever código para um sistema ou dispositivo específico, e passa a escrever para a plataforma .NET. Além disso, ela se baseia em outros princípios utilizados em Java, como a ideia de programas dupla-compilação de programas.
Um programa é escrito em qualquer das mais de vinte linguagens de programação disponíveis para a plataforma, o código fonte gerado pelo programador é então compilado pela linguagem escolhida gerando um código intermediário. Este novo código fonte gera um arquivo na linguagem de baixo nível Assembly, de acordo com o tipo de projeto:
- EXE – Arquivos Executáveis, Programas
- DLL – Biblioteca de Funções
- ASPX – Página Web
- ASMX – Web Service
C#
C# é uma linguagem de programação orientada a objetos criada pela Microsoft e faz parte da sua plataforma .NET. A empresa baseou C# nas linguagens C++ e Java, considerando-a um símbolo do .NET.
Criada praticamente do zero para funcionar na nova plataforma, sem preocupações de compatibilidade com código existente, o compilador C# foi o primeiro a ser desenvolvido, e a maior parte das classes da plataforma foram desenvolvidas nesta linguagem.
Gostou do .NET? Queremos sua opinião!
Pacote Web – XV Jornada de Cursos
Continuando nossa semana especial sobre os cursos da XV Jornada de Cursos CITi, hoje falaremos sobre o Pacote Web, curso que envolve várias linguagens e soluções criadas para a internet.
HTML
HTML (Linguagem de Marcação de Hipertexto) é uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web. Documentos HTML podem ser interpretados por navegadores. A tecnologia é fruto do “casamento” dos padrões HyTime e SGML.
CSS
Cascading Style Sheets (ou simplesmente CSS) é uma linguagem de estilo, utilizada para definir a apresentação de documentos escritos em uma linguagem de marcação, como HTML ou XML. Seu principal benefício é prover a separação entre o formato e o conteúdo de um documento.
Quando se está a desenvolver um conteúdo para a web, ao invés de colocar a formatação dentro do documento, o desenvolvedor cria um link para uma página que contém os estilos, procedendo de forma idêntica para todas as páginas de um portal. Assim, quando tal autor quiser alterar a aparência de um portal, basta, portanto, modificar apenas um arquivo.
JavaScript
JavaScript é uma linguagem de programação criada pela Netscape, em 1995. Em princípio, se chamava LiveScript, mas a Netscape resolveu mudar o nome pois, após o sucesso inicial desta linguagem, recebeu uma colaboração considerável da Sun (criadora da Java, linguagem de programação). Após esta colaboração, podemos dizer que o JavaScript é uma linguagem compatível com a linguagem Java.
A linguagem foi criada para atender, principalmente, às seguintes necessidades:
- Validação de formulários no lado cliente (programa-navegador);
- Interação com a página web.
Lembrando que Javascript tem sintaxe semelhante à do Java, mas é totalmente diferente no conceito e no uso.
AJAX
Asynchronous Javascript And XML (AJAX) é o uso metodológico de tecnologias como Javascript e XML, providas por navegadores, para tornar páginas Web mais interativas com o usuário. Foi inicialmente desenvolvida pelo estudioso Jessé James Garret e mais tarde por diversas associações.
AJAX não é um novo modelo para desenvolvimento web. Os navegadores implementam essa tecnologia desde o ano 2000. Sua popularização nos últimos anos tem trazido muitas outras melhorias para a Web, como o estímulo a construção de aplicações Web mais dinâmicas e criativas. AJAX não é uma tecnologia, mas um conjunto de tecnologias conhecidas trabalhando juntas, cada uma fazendo sua parte, oferecendo novas funcionalidades.
Características:
- Exposição e interação dinâmica usando o DOM;
- Intercâmbio e manipulação de dados usando XML e XSLT;
- Permite que páginas sejam atualizadas assíncronamente através da troca de pequenas quantidade de dados com o servidor. Usando os objetos XMLHttpRequest e XMLHttpResponse é possível atualizar partes da página, sem carregar ela toda;
- JavaScript fazendo a junção entre os elementos.
E você? O que achou do Pacote Web?
Programação Concorrente – XV Jornada de Cursos
Programação concorrente é um paradigma de programação e foi desenvolvido para a construção de programas de computador que fazem uso da execução concorrente (simultânea). Ou seja: execução de várias tarefas computacionais interativas, que podem ser implementadas como programas separados ou como um conjunto de threads criadas por um único programa.
Por isso, podemos dizer que o paradigma está fortemente relacionado à programação paralela,embora esteja focado muito mais na interação entre as tarefas. Essa interação e a comunicação correta entre as diferentes tarefas, além da coordenação do acesso concorrente aos recurso computacionais, mostram-se como as principais questões discutidas durante o desenvolvimento de sistemas concorrentes. Pioneiros na área de pesquisa incluem Edsger Dijkstra, Per Brinch Hansen, e C.A.R. Hoare.
Atualmente, as linguagens mais utilizadas para tais construções são Java e C#.
Na Jornada, o curso será coordenado pelo Professor Fernando José Castor de Lima Filho, pós-doutor em Tolerância a Falhas em Grades Computacionais. Castor possui experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Engenharia de Software e Tolerância a Falhas, atuando principalmente nos seguintes temas: tratamento de exceções, arquitetura de software e programação orientada a aspectos. Atualmente é professor adjunto do Centro de Informática (CIn) – UFPE.
Vantagem da Programação Concorrente:
- Aumento de desempenho: aumenta-se a quantidade de tarefas sendo executadas em determinado período de tempo, e a possibilidade de uma melhor modelagem de programas.
Java Básico – XV Jornada de Cursos
Java é uma linguagem de programação orientada a objetos, desenvolvida na década de 90 por uma equipe de programadores da empresa Sun Microsystems. O objetivo do projeto não era a criação de uma nova linguagem de programação, mas antecipar e planejar a “próxima onda” do mundo digital. A equipe acreditava que, em algum tempo, haveria uma convergência dos computadores com os equipamentos e eletrodomésticos comumente usados pelas pessoas no dia-a-dia.
Diferentemente das linguagens convencionais, que são compiladas para código nativo, a linguagem Java é compilada para um “bytecode” (intermediário) que é executado por uma máquina virtual.
Desde seu lançamento, em maio de 1995, a plataforma Java foi adotada mais rapidamente do que qualquer outra linguagem de programação na história da computação. Em 2004, atingiu a marca de 3 milhões de desenvolvedores em todo mundo. Java continuou crescendo e hoje é uma referência no mercado de desenvolvimento de software, tornando-se popular pelo seu uso na Internet. Pode ser encontrada em browsers, mainframes, SOs, celulares, palmtops e cartões inteligentes.
A linguagem Java foi projetada tendo em vista os seguintes objetivos:
- Orientação a objetos;
- Portabilidade – Independência de plataforma – “escreva uma vez, execute em qualquer lugar”;
- Recursos de Rede – Possui extensa biblioteca de rotinas que facilitam a cooperação;
- Segurança – Pode executar programas via rede com restrições de execução;
Além disso, pode-se destacar outras vantagens apresentadas pela linguagem:
- Sintaxe similar a Linguagem C/C++.
- Facilidades de Internacionalização – Suporta nativamente caracteres Unicode;
- Simplicidade na especificação, tanto da linguagem como do “ambiente” de execução (JVM);
- É distribuída com um vasto conjunto de bibliotecas (ou APIs);
- Possui facilidades para criação de programas distribuídos e multitarefa (múltiplas linhas de execução num mesmo programa);
- Desalocação de memória automática por processo de coletor de lixo (garbage collector);
- Carga Dinâmica de Código – Programas em Java são formados por uma coleção de classes armazenadas independentemente e que podem ser carregadas no momento de utilização.
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