Radar CITi

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Archive for agosto, 2010

Programa CITi Trainee

O CITi, Centro Integrado de Tecnologia da Informação, empresa júnior do CIn, Centro de Informática da UFPE, inicia seu processo seletivo 2010.2 para novos membros.

A empresa busca nos alunos não apenas competências individuais, mas sim, pró-atividade e interesse em aprender, através da participação de uma esfera única e diferenciada dentro do CIn.

No 15º ano desde sua fundação, o CITi é uma oportunidade de compreensão das regras de infraestrutura empresarial, mercadológica, social e integracional, em que o empresário júnior participa ativamente de reuniões, sugerindo novidades, ouvindo novas ideias e decidindo o futuro da empresa. Mais que isso, o CITi é um ambiente propício para o desenvolvimento das habilidades de liderança e relacionamento, oferecendo aos integrantes a possibilidade de coordenar atividades específicas de seu núcleo e ampliar sua rede de contatos profissionais, entre outras atividades que contribuem para seu desenvolvimento pessoal e profissional.

Entre os principais serviços de nosso portfólio, estão a Jornada de Cursos, que conta com toda a qualidade de infraestrutura do Centro de Informática, Cursos in Company, softwares e sites. Atualmente, o CITi encontra-se em um ótimo patamar de mercado, sendo visto como uma interessante solução por diversas empresas dos mais variados portes.

Qual a sua área de interesse? Comercial, Financeiro, Marketing, Projetos, Qualidade e Recursos Humanos?

Inscreva-se já!

*Apenas alunos de Ciência e Engenharia da Computação do Centro de Informática podem se inscrever

Curso de Programação Concorrente em Java

Clique aqui e saiba mais!

Programação concorrente é um paradigma de programação e foi desenvolvido para a construção de programas de computador que fazem uso da execução concorrente (simultânea). Ou seja: execução de várias tarefas computacionais interativas, que podem ser implementadas como programas separados ou como um conjunto de threads criadas por um único programa.

Por isso, podemos dizer que o paradigma está fortemente relacionado à programação paralela,embora esteja focado muito mais na interação entre as tarefas. Essa interação e a comunicação correta entre as diferentes tarefas, além da coordenação do acesso concorrente aos recurso computacionais, mostram-se como as principais questões discutidas durante o desenvolvimento de sistemas concorrentes. Pioneiros na área de pesquisa incluem Edsger DijkstraPer Brinch Hansen, e C.A.R. Hoare.

Atualmente, as linguagens mais utilizadas para tais construções são JavaC#.

Vantagem da Programação Concorrente:

  • Aumento de desempenho: aumenta-se a quantidade de tarefas sendo executadas em determinado período de tempo, e a possibilidade de uma melhor modelagem de programas.

O curso será coordenado pelo Professor Fernando José Castor de Lima Filho, pós-doutor em Tolerância a Falhas em Grades Computacionais. Castor possui experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Engenharia de Software e Tolerância a Falhas, atuando principalmente nos seguintes temas: tratamento de exceções, arquitetura de software e programação orientada a aspectos. Atualmente é professor adjunto do Centro de Informática (CIn) – UFPE.

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Inscreva-se!

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Data: 9, 13, 14, 15, 16, 20, 21, 22, 23 de setembro e 4 de outubro.

Duração: 10 dias.

Horário: 18h30 às 21h30, de segunda a quinta.

Conheça o brasileiro responsável pelas animações no game ‘Starcraft II’

A produtora Blizzard, responsável pelos games “Starcraft”, “World of warcraft” e “Diablo”, além de produzir títulos bem recebidos pela crítica especializada, produz um dos melhores “cinematics” do mundo dos jogos eletrônicos. Recentemente, a qualidade das animações geradas por meio de computador, que contam mais detalhes das histórias, recebeu elogios da Pixar, estúdio responsável por filmes como “Toy story” e “Carros”. A empresa afirmou que “a Blizzard é a Pixar no mundo dos games”.

Há mais de oito anos, estas cenas que parecem filmes têm a mão de um brasileiro. O paulistano Fausto de Martini, 34 anos, atualmente é diretor de arte da produtora com sede na cidade de Irvine, na Califórnia, e trabalhou nas principais cenas do game de estratégia “Starcraft II: wings of liberty”. “Trabalhar neste game, que é o meu favorito, é a realização de um sonho para mim”.

O diretor de arte da Blizzard afirma que, para conseguir destaque na indústria de games, é preciso “trabalhar duro”. “Se você tem capacidade, acredite em si mesmo. Use o seu tempo livre para produzir e para procurar formas de melhorar o seu trabalho. Seja humilde e saiba que é preciso sempre crescer”. Para ver a reportagem completa clique aqui

O segredo do relacionamento 2.0

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por Carlos Eduardo C. Macêdo, gestor de Projetos do CITi


Saber como sua empresa está posicionada diante dos consumidores e apreciadores dos seus produtos não era uma tarefa fácil para as gerações passadas. Geralmente, um gestor só se daria conta de que há algo errado quando, como eles mesmos afirmam, “o faturamento trimestral da empresa estivesse aquém dos 70% em relação ao ano anterior”.

Por isso, torna-se justificável a busca de empresários de todos os ramos sobre maneiras de mensurar e, até mesmo, prever o nível de aceitação, dispersão e favorecimento adquirido por sua empresa diante de qualquer tipo de consumidor e formador de opinião.

A web 2.0 (colaborativa, opinativa, “rankiada”) é fruto não só da “revolução social”, ou da experiência de “aldeia colaborativa” que muitos pensam. O mundo web atual advém também desse interesse demonstrado por gigantes do mundo empresarial, forçando marketing, comunicação e gestão de empresas a migrar e, principalmente, entender melhor esse novo conceito que é a web 2.0.

Olhando por um ponto muito mais crítico: a internet, nos dias de hoje, entrega às empresas uma nova chance de se restabelecerem como organizações com objetivo e missão claros, e conhecerem a fundo seus consumidores e clientes finais. A grande questão retirada dessa nova proposta é de como colocar em prática essas exigências, o que se mostra a parte mais difícil e menos empolgante do processo. Geralmente, boa parte das empresas “pula” estas etapas e começa a nova “vida” sem planejamento. Então, como fazer isso? Há uma solução exata e geral? A resposta é não!

Cada empresa tem objetivos próprios, caminhos próprios e gestões singulares. Portanto, qualquer estratégia para entrar definitivamente nas mídias sociais deve ser, no mínimo, alvo de discussões, reuniões e imersões administrativas. A partir disso, podem ser traçadas as formas de se atingir a plena gestão 2.0.

E essas formas devem ser precedidas por uma única palavra: calma. Aprendido isso, podemos passar para o próximo degrau: conhecer a si mesmo. Nesse caso, conhecer sua empresa. Qual seu objetivo? Seus princípios? Sua visão? Será que você terá como manter uma mídia constantemente atualizada? Ela se encaixa nas suas propostas? E, principalmente: você está disposto a conversar e dar atenção à sua audiência? Está disposto a ouvir críticas/sugestões instantâneas e saber lidar com elas? Isto é: sua empresa está disposta a se relacionar?

O segredo está aí.

carlos.macedo@citi.org.br

Computadores aprendem a entender ‘sentimentos’ de tweets em português

Se às vezes é difícil para você entender o que seus amigos querem dizer com algumas mensagens no Twitter, imagine para um computador, acostumado com outro tipo de linguagem.

Um pesquisador da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) trabalha em um projeto que, entre outras aplicações de inteligência artificial, busca facilitar a comunicação entre máquinas e humanos usando mensagens publicadas no serviço de microblog.

Mestrando em mineração de dados no Centro de Informática da UFPE, Marcel Pinheiro Caraciolo, de 25 anos, se uniu a outros estudantes e empresários para desenvolver um programa que processa linguagem natural (as línguas faladas pelos humanos, como inglês e português) para entender sentimentos em tweets sobre determinados assuntos. Nos testes feitos até agora, o programa apresentou nível de acerto de 80% nas classificações de mensagens como positivas, negativas ou neutras, segundo Caraciolo. O processo é chamado de análise de sentimento.

Um dos maiores desafios para quem trabalha com linguagens de computadores é fazer com que as máquinas entendam a linguagem humana. Nesse universo, o Twitter aparece como mais um meio para tentar melhorar o processo. “O Twitter tem sido usado para entender o comportamento do usuário. A tendência é que a ferramenta seja inserida na conversa usuário-máquina. Com as pesquisas de linguagem natural, no futuro, em vez de precisar que o computador tenha comandos pré-programados, ele vai poder compreender a língua falada pelo usuário”, disse Caraciolo em entrevista ao G1.

Ferramentas como a que o mestrando pretende analisar como estudo de caso em um artigo científico ainda neste ano são relativamente comuns em inglês. O diferencial do trabalho é justamente a adaptação das análises para o português. A diferença, ele explica, está no “treinamento” de algoritmos para que entendam palavras, estruturas e padrões de frases no idioma.

“As bases de dados normalmente são em inglês, então tivemos de construir nossa própria base. A análise sintática das frases em português é diferente. Tem a questão dos acentos, o plural, a conjugação de verbos. Os algoritmos são ‘treinados’ para entender essa base de dados. Existem técnicas de processamento de linguagem natural em português para que os algoritmos sejam adaptados”, explica.

Em cada pesquisa, a base de dados “treinada” é diferente. “Algumas palavras são as mesmas para esse tipo de pesquisa, como ‘gosto’, ‘bonito’, ‘ruim’, mesmo que os assuntos sejam política, livros, cinema. Mas, em cada contexto, existem outras que podem ser usadas. ‘Ele é ladrão’, por exemplo, é uma expressão ruim usada em mensagens sobre políticos, por exemplo”.

Sócio-pesquisador da empresa de monitoramento de redes sociais Eleitorando, Caraciolo e seus colegas pretendem lançar a ferramenta em breve, para fazer pesquisas sobre candidatos durante a campanha eleitoral.

“Como a base de acertos já chegou a números satisfatórios, queremos oferecer essa ferramenta para as eleições”, contou. Até agora, também em função da pressa de lançar o programa como um produto, o desenvolvimento é fechado. “Como há interesse científico, deve ser aberto a colaborações”, disse.

Enquanto o artigo do mestrando não é publicado, Caraciolo escreveu sobre um post sobre o assunto em seu blog sobre inteligência artificial, explicando o processo da análise de sentimento com o exemplo de uma pesquisa com comentários sobre o filme “Eclipse”(leia o texto, em inglês). “Inteligência artificial no Brasil ainda é meio bicho de sete cabeças. Decidi publicar essas informações na internet para tornar o assunto um pouco mais divulgado”.

fonte: http://g1.globo.com

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