Archive for outubro, 2010
Lógica e criatividade são essenciais para profissional de TI
Profissionais que escolhem a área de Tecnologia da Informação (TI) estão em constante adaptação às novidades do mercado. Então, se você está sempre antenado nos lançamentos tecnológicos, é fissurado em games e tem curiosidade por entender o funcionamento das coisas vai gostar de saber que é possível trabalhar com seus hobbies. E mais ainda, que esse é um mercado cheio de oportunidades.
“A área de tecnologia está crescendo e a procura por esses cursos é muito grande. Existem estudos que apontam que a tendência é que a área se expanda ainda mais. Hoje em dia, a demanda de empresas procurando por profissionais capacitados é bastante significativa”, diz Hamilton Martins Viana, chefe do departamento de tecnologia da informação da Faculdade de Tecnologia de São Paulo (Fatec-SP).
O crescimento no número de vagas na área de TI deve-se à gama de possibilidades de atuação. “Um aluno graduado em TI pode trabalhar em todos os tipos de empresa, que oferecem qualquer tipo de serviço. Isso porque ele desenvolve projetos de sistemas para a informatização de empresas em suas rotinas administrativas”, diz Viana.
“O profissional de análise e desenvolvimento de sistemas está apto a trabalhar em todas as etapas de desenvolvimento de sistemas computacionais. Estas etapas são a análise, projeto, implementação e implantação de sistemas computacionais”, afirma André Zampieri, coordenador do curso de tecnologia em análise e desenvolvimento de sistemas da Universidade Caxias do Sul (UCS).
O curso de graduação em processamento de dados não é um bacharelado, é um curso tecnológico, voltado diretamente para a parte prática da profissão. “O curso tem o mesmo valor para um mestrado, doutorado, ou pós-graduação. A diferença é que o bacharelado é mais amplo, e o curso de tecnologia é voltado para a prática no mercado de trabalho”, diz Viana, da Fatec-SP.
Características esperadas do estudante de TI são o gosto pela informática e bom raciocínio lógico. “As matérias mais comuns são as disciplinas de Programação de Computadores, de Análise e Projeto de Sistemas, Banco de Dados e disciplinas que complementam o trabalho desenvolvido nestas”, diz Zampieri.
E o coordenador dá a dica: “a tecnologia avança muito rápido, e em ciclos cada vez mais curtos. Por isso, o profissional deve se reciclar e adquirir novos conhecimentos e habilidades”.
Segundo Zampieri, na análise de sistemas é realizado o levantamento das necessidades que o sistema computacional se propõe a resolver. Na etapa de projeto, com os dados obtidos na análise, um projeto sobre como será o sistema computacional é produzido. A fase de implementação é quando o sistema computacional é construído (programado). Já a etapa de implantação ocorre quando o software é disponibilizado para o uso.
O profissional egresso do curso pode atuar, principalmente, como analista de sistemas, programador de computadores, analista de banco de dados e consultor de TI. É possível trabalhar em empresas especializadas no desenvolvimento de sistemas computacionais ou em empresas que utilizam sistemas computacionais.
“Hoje em dia, todos os tipos de organizações utilizam sistemas computacionais – indústria, comércio, serviços, bancos e até empresas da área da saúde. Também há o poder público, como prefeituras, governo federal e governos estaduais. Os profissionais de análise e desenvolvimento de sistemas estão aptos a trabalhar em qualquer empresa que necessite utilizar sistemas computacionais, seja no auxílio à tomada de decisões, ou no gerenciamento dos seus processos operacionais”, diz Zampieri.
“Escolhi a área de tecnologia aos 12 anos. Comecei a lidar com computadores por meio de amigos e, a partir dalí, essa se tornou uma das paixões da minha vida. Curto tecnologia e gosto disso inclusive no meu tempo livre. Comecei a desenvolver [sistemas] na adolescência, e o ingresso na carreira de TI foi natural. O que me atraía era lidar diretamente com tecnologia e computação”, diz Eduardo Campo de Oliveira, formado em processamento de dados.
Eduardo se formou em 1994 e hoje é gerente de Marketing e Negócios da Divisão de Produtividade e Colaboração da Microsoft Brasil. “Comecei na área técnica e trabalhava como analista de sistemas. Optei pela área de desenvolvimento porque gostava muito de programar. Trabalhei sete anos em um banco e pude atuar em diversos projetos na área financeira”, afirma.
Com o crescimento na carreira, ele decidiu complementar a formação técnica com uma pós-graduação em marketing. “Queria trazer o aspecto de negócios para a área de tecnologia”, diz. Segundo o gerente, a tecnologia se associa ao marketing. “O objetivo do marketing é demonstrar um produto, por isso conhecer tecnologia é o primeiro passo para entender como aquele produto vai atender às necessidades de um usuário.”
Segundo Eduardo, o profissional de TI pode escolher entre as áreas de infraestrutura, que é o planejamento do sistema, ou o desenvolvimento do sistema na prática.
“A fama de nerd não é fama”, diz Oliveira, em tom de brincadeira. “É preciso ser um pouco nerd para gostar de tecnologia, mas isso não significa que a pessoa precise ficar 100% do tempo vendo uma tela de computador. Eu, por exemplo, pratico esportes, gosto de música, já fiz curso de teatro, então depende muito de cada um. Tem desde o cara que é completamente fissurado em tecnologia, o famoso geek, e aquele que tem gostos variados. Acho que hoje em dia não dá para termos nenhum estereótipo do profissional de TI“, afirma.
fonte: G1
Locus, membros do CITi concorrem a prêmio
Estreitar a relação público/empresa. Eis um dos grandes entraves que foi percebido por um grupo de estudantes do Centro Integrado de Tecnologia da Informação (CITi), empresa júnior do Centro de Informática (CIn) da UFPE, e transformado em objeto de criação. Inventaram, portanto, uma rede em tempo real que estabelece um relacionamento entre o público e as empresas locais, o Locus, um dos três projetos que concorre ao Prêmio Pernambuco Inovador 2010.
A ideia do projeto é montar um modelo de presença para as empresas nas redes sociais de forma efetiva. “Nossa solução é estruturada em cima de três pilares fundamentais para o estabelecimento do modelo de presença: localização das empresas nas cidades, personalização de suas mídias e o monitoramento do boca-boca na rede”, explica o presidente do CITi e gerente de negócios do Locus, Flávio Vasconcelos.
Segundo ele, a ideia surgiu em novembro de 2009. “Discutimos muito, debatemos várias possibilidades,”recorda Flávio. Além dele, Arthur Elihimas, Diego Phoenix MenorEdemilson Dantas e Eudes Cavalcanti integram o grupo.
O Locus possui 120 perfis de Twitter cadastrados de empresas locais atuando no Recife. As categorias que agrupam essas empresas são: bares e restaurantes, colégios e cursos, varejo, shoppings, cinemas, entre outros. Assim, também resolver o problema das empresas de entrar nas redes sociais, saber se portar nelas, traçar estratégias ao seu público alvo, monitorar suas ações e, inclusive, prestar consultoria especializada.
O Prêmio Pernambuco Inovador tem como objetivo estimular as ideias inovadoras baseadas na TI. “É importantíssimo não só para conseguirmos a incubação, mas também para ganharmos a divulgação e para termos um prêmio no currículo do projeto. Isso é um diferencial quando formos concorrer a investimentos maiores”, cita ele.
Vai votar? Conheça a tecnologia das urnas
Mais de 134 milhões de brasileiros vão às urnas depositar em bytes sua escolha para o futuro do País. Os eleitores foram se acostumando nos últimos 14 anos a trocar a urna de lona pela urna eletrônica, garantindo rapidez no processo de votação e a chance de conhecer, horas depois do fechamento das seções, o resultado da eleição.
O sistema eletrônico de votação foi totalmente desenvolvido no País. Uma tecnologia que o Brasil exporta. Alguns países da América Latina já utilizaram nossas urnas nos seus processos eleitorais, como Argentina, Equador, México e Paraguai.
Mas o que acontece com o seu voto depois que você o digita na urna? Entre as discussões sobre a segurança do processo e da evolução da tecnologia nas eleições brasileiras, explicamos como sua escolha sai da urna e chega aos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O caminho do seu voto
A partir do momento que você deposita seu voto na urna, ele inicia uma longa viagem. Cada voto é depositado de forma aleatória em uma tabela dentro de um cartão de memória, o que garante o sigilo do seu voto. Assim que a urna é encerrada, é impresso um boletim de urna, tornando o resultado de conhecimento público assim que a seção é finalizada.
Os votos são gravados em um cartão de memória ou um disquete – assinado digitalmente e criptografado – e levado até um ponto de transmissão, normalmente um cartório eleitoral. Já que nenhuma urna é ligada em rede, esse local é que transmite as informações para o Tribunal Regional Eleitoral, que confere a assinatura digital, decifra a mensagem criptografada e totaliza os votos. Os votos para presidente são enviados para o TSE, que soma os votos do Brasil inteiro. A tecnologia é tamanha que são processados cerca de 300 mil votos por minuto.
Depois de contados, os votos são imediatamente publicados na internet. Os tribunais divulgam as prévias até o momento de conhecer, em definitivo, o resultado final da eleição.
Segurança
O que mais preocupa qualquer processo eleitoral – informatizado ou não – é a segurança. Para garantir total transparência, as urnas e os programas passam por uma bateria de testes, auditorias e assinaturas digitais para que não ocorra nenhuma fraude. Mesmo assim, o sistema gera dúvidas em alguns especialistas.
“A urna eletrônica brasileira é totalmente segura contra ataques de fora, mas o que preocupa o mundo inteiro é a fragilidade para ataques de dentro, de pessoas do TSE ou de empresas terceirizadas”, afirma o professor do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas Jorge Stolfi. Segundo ele, falta uma forma de se fazer a conferência dos votos sem depender da máquina. Uma das soluções apontadas por ele seria a impressão do voto. “Não existem dispositivos que permitam a recontagem dos votos. Se houver suspeita de fraude, não há como conferir. Se não há como conferir, a urna perde o valor, ela é à prova de provas”, diz Stolfi.
O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, afirma que o sistema é seguro. “Os programas usados na urna são assinados digitalmente, e uma das cópias é guardada em um cofre no TSE. Se houver suspeita de fraude, é feita a conferência com a versão que está no Tribunal. Se o programa for alterado, a assinatura digital não vai conferir”, diz o secretário. Mesmo assim, uma lei aprovada determinou que, a partir de 2014, a urna terá que imprimir o voto para uma eventual recontagem.
Além disso, uma votação paralela é realizada no dia da eleição. Até quatro urnas são sorteadas por Estado, de forma aleatória, e os equipamentos são levados para um ambiente totalmente controlado por fiscais, representando a Ordem dos Advogados do Brasil, o Ministério Público e os partidos políticos. Simultaneamente ao processo de votação, é feita uma eleição idêntica nesse ambiente, com o controle por imagem de todos os votos registrados na urna. Assim que termina o processo, os votos paralelos são apurados para ver se o resultado corresponde ao que foi digitado. “Até hoje, nenhuma das votações paralelas apontou discordância”, afirma Janino.
O TSE enfrenta 400 mil ataques de hackers por minuto no dia da eleição. Uma medida para se defender desse bombardeio foi tomada no ano passado. Foi dada a oportunidade para que potenciais hackers tentassem burlar a segurança da eleição. Dos 38 especialistas que tentaram, por quatro dias, quebrar algum dispositivo de segurança do Tribunal, nenhum teve sucesso. E as ideias apresentadas por eles ainda deverão contribuir para o aperfeiçoamento tecnológico da votação.
As novidades deste ano
São duas as novidades nas eleições deste ano. A primeira delas é o voto biométrico. Mais de 1 milhão de eleitores só irão votar depois de serem identificados pela impressão digital, que foi coletada por um scanner de alta definição durante este ano. No dia da votação, o leitor biométrico deverá confirmar a identidade do eleitor, comparando o dado fornecido com todo o banco de dados registrado nos programas da urna eletrônica, garantindo mais segurança ao processo. A ideia é que até 2018 todos os municípios utilizem essa tecnologia.
“Essa tecnologia diminui ainda mais a intervenção humana, que pode gerar lentidão, erros e fraudes. Em vez do mesário fazer uma análise subjetiva da documentação e identificação do eleitor. A biometria elimina a possibilidade de uma pessoa se passar por outra“, afirma Janino.
A segunda novidade vem resolver um problema do tamanho do Brasil: o tamanho do Brasil. Mais de 1,2 mil seções em 400 municípios transmitirão via satélite os votos para totalização. Isso resolve a distância e a dificuldade de chegar e sair de algumas localidades, que chegam a ficar inacessíveis por dias. Como um dos objetivos do TSE é garantir a agilidade do processo eleitoral, se o percurso até um local de votação levar mais de três horas, um laptop e um aparelho de transmissão vão enviar as informações aos Tribunais Regionais Eleitorais. A partir daí, os dados entrarão em uma rede de comunicação de uso restrito, serão recebidos e totalizados.
Essa tecnologia permite que os votos dos recantos mais afastados do País possam ser conhecidos mais rapidamente. Com isso, poucas horas depois do fechamento das urnas, os brasileiros conhecem o futuro do país. Uma das marcas da democracia digital.
Polêmica
A autoria da urna eletrônica é um ponto polêmico do projeto, e motivo de disputa judicial. O pedido de patente dessa tecnologia também encontra-se em análise no Instituto Nacional de Propriedade Industrial até hoje.
O TSE diz que o projeto da urna eletrônica foi concebido por uma comissão instituída pelo Tribunal, composta por servidores da Justiça Eleitoral e consultores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Instituto Tecnológico de Aeronáutica e Ministério da Ciência e Tecnologia, e que a empresa vencedora da licitação apenas materializa esse projeto.
O engenheiro Carlos Rocha, que trabalhou na Omnitech, empresa subcontratada pela companhia vencedora da licitação para fabricar a primeira urna eletrônica, afirma que a urna foi criada por ele, e questiona na Justiça o reconhecimento à sua participação o processo ainda está correndo. Segundo o engenheiro, o TSE elaborou um conjunto de requisitos funcionais para que fosse elaborado o projeto da urna eletrônica pela empresa.
Você sabe o que é Computação em Nuvem?
![]()
por Lucas Mendes de Oliveira, gestor de Marketing do CITi
Já faz algum tempo que o termo “Computação em Nuvem” é citado em todos os jornais, palestras, eventos que tem a ver com computação. Mas você sabe o que é Computação em Nuvem? As aplicações? Como funciona? O impacto sobre você? Tire suas dúvidas aqui.
Qual é a ideia?
A maioria das pessoas já usou computação em nuvem (Cloud Computing) e nem sequer notou. Se você, por exemplo, tem uma conta de e-mail no Gmail, Yahoo!, Hotmail ou usou algum serviço baseado exclusivamente na web, você “sabe” o que é Computação em Nuvem. Com o advento do Google Docs, já é realidade fazer planilhas, editar textos, armazenar dados e criar slides de apresentação bastando acessar a internet e utilizar as ferramentas on-line. Não é necessario instalar nada no computador além do seu navegador.
Agora imagine isso em um nível muito maior, pegue seu computador todo e jogue na “nuvem” hardwares e softwares. Todo o armazenamento de dados e processamento necessário desde memória virtual(RAM) até vídeo virá da “nuvem”.
Qual as aplicações e impacto disso tudo?
Através dessa breve explicação, deve-se imaginar algumas mudanças de imediato. Assim como seu e-mail, você poderá acessar o conteúdo do seu desktop em qualquer lugar do mundo bastando acessar a internet. O usuário não terá que investir em uma máquina potente dentro da sua casa.
Além disso, o aumento da inclusão de computadores em comunidades carentes, já que não é preciso investir em algo muito potente e caro, torna-se muito maior. Empresas podem economizar bastante dinheiro com softwares, por exemplo: toda a suíte de aplicativos que ela precisa poderia ser disponibilizada pela internet onde seus funcionários iriam acessar on-line.
Impedimentos
Como nem tudo é perfeito, os impedimentos são grandes. Saindo um pouco do universo virtual e indo para parte jurídica, que é bastante questionável, de quem seriam os dados e serviços armazenados? Do usuário ou da empresa que fornece o serviço? Se for da empresa, caso haja algum erro ou perda de arquivos, como vamos arcar com prejuízos?
Essas questões delicadas já estão sendo discutidas em todo o mundo e já existem muitas divergências. Voltanto-se para computação, outro fator importante, para que a Nuvem seja viável, nossa conexão com a internet teria que ser extremamente rápida e apenas alguns países poderiam disponibilizar isso.
Conclusão
As idéias são ótimas, as aplicações inimagináveis e os problemas também. Impedimentos de segurança e da própria tecnologia são a maior barreira para entrarmos nesse mundo de vez. Algumas falhas recentes da Google deixam muitos empresários com um pé atrás de investir e armazenar seus dados confidenciais nas Nuvens. Porém, como muitos dizem, “A moda já pegou“, milhões de dólares foram investidos em pesquisas nas maiores empresas do mundo. Agora é esperar para ver, usar, criticar e curtir toda a gama de possibilidades que a Computação em Nuvem tem a oferecer.
lucas.mendes@citi.org.br
Como dar um significado ao trabalho?
Em meio as preocupações e demandas diárias do ambiente profissional, dificilmente as pessoas se questionam porque efetivamente estão trabalhando. Mais do que uma dúvida sobre a carreira, esta é uma reflexão sobre o ponto de vista gerencial da sua própria vida. Afinal, o que o trabalho representa para você?
Seria simplista demais dizer que se trabalha por dinheiro ou ocupação exclusivamente; utópico demais afirmar que se trata de um hobby. O acadêmico e autor de 15 livros sobre recursos humanos, David Ulrich, lançou recentemente a obra “The why of work” juntamente com sua esposa e psicóloga Wendy Ulrich. Trata-se de uma tentativa de responder a esta questão, desvendando quais aspectos permeiam as relações de trabalho em empresas de sucesso.
De acordo com Ulrich, após pesquisas no mundo dos negócios, identificou-se que as organizações denominadas por ele como abundantes são lugares onde as pessoas encontram um significado para suas vidas e canalizam isso em valor para o mercado como um todo. “Quando as pessoas encontram no trabalho um significado e um propósito não são apenas as pessoas que se sentem melhores, mas as empresas trazem mais resultados, empregados são mais produtivos, clientes identificam maior valor, investidores têm resultados melhores, bem como a comunidade. É uma relação ganha-ganha”, diz o executivo em entrevista ao site Monster.com.
Na prática, em uma empresa não é simples fazer com que as pessoas encontrem um significado para estarem trabalhando. Afinal, cada companhia possui uma cultura diferente. Mas Ulrich resume que existem sete pontos-chave para promover a criação de um propósito, que vai além da definição de visão, missão e valores.
O acadêmico da Universidade de Michigan defende em sua obra que dar um significado ao trabalho vai além da motivação, pois é algo peculiar que está dento de cada pessoa e deve ser explorado individualmente. Sendo assim, os mecanismos motivacionais clássicos como remuneração, apoio ao desenvolvimento profissional, plano de carreira, entre outros são complementares, pois em primeiro plano deve-se buscar este vínculo superior.
A administradora de empresas e diretora da Palavra-Mestra, Alexandra Delfino de Sousa, faz um paralelo entre a defesa de Ulrich e o pensamento do psiquiatra vienense Viktor Frankl (1905-1997), que testou sua teoria como prisioneiro de campos de concentração nazistas. “O médico criou a Logoterapia, que fundamentou na obra Em Busca de Sentido (ed. Vozes). Frankl concorda com o filósofo Friedrich Nietzsche, quando diz que ‘aquele que tem por que viver aguenta qualquer como’. O psicoterapeuta defende que a busca por significado tem mais a ver coma forma como pensamos do que com as circunstâncias em que nos encontramos”, explica Alexandra em artigo para o Portal HSM.
E para você, qual o real significado do seu trabalho?
fonte: http://www.hsm.com.br
You are currently browsing the Radar CITi blog archives for outubro, 2010.



