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Archive for dezembro, 2010

SCRUM – Gestão Ágil de Projetos

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O que é desenvolvimento ágil?

Antes de falar sobre SCRUM é necessário saber em que se baseia o desenvolvimento ágil.

As técnicas do desenvolvimento ágil surgiram a partir da metade da década de 90 em contraposição aos métodos “pesados”, caracterizados por serem burocráticos e lentos.

Em 2001, membros da comunidade de desenvolvimento de softwares se reuniram e adotaram o nome métodos ágeis, tendo publicado o Manifesto ágil, documento que reúne os princípios e práticas desta metodologia de desenvolvimento. A abordagem ágil é um conjunto de práticas para desenvolvimento de software que usa conceitos como: Iteratividade, Técnicas Incrementais, Auto-organização, Times Multi-Funcionais, Auto-Gerenciamento e Comunicação.

O que é SCRUM?

O SCRUM foi criado inicialmente para gerenciamento projetos. Na indústria convencional, em 1995, Ken Schwaber formalizou o SCRUM para projetos de desenvolvimento de software. O SCRUM foi fortemente baseado no processo Lean da Toyota: quatro vezes mais produtividade e doze vezes mais qualidade.

Hoje, o SCRUM é um framework de desenvolvimento ágil que utiliza práticas iterativas e incrementais e é o método mais popular no mundo do desenvolvimento ágil. O SCRUM, se aplicado de maneira correta, aumenta significativamente a produtividade, reduzindo o tempo para se obter os resultados e entregando o que realmente é interessante para o cliente. Ou seja, o foco do SCRUM é em produtividade e prioridade dos requisitos. Por isso, o SCRUM valoriza muito o trabalho em equipe, já que indivíduos, colaboração e comunicação são os motores do processo.

O SCRUM possui um fluxo de trabalho muito bem definido. Muitos autores afirmam que esse simples fluxo é a essência desse framework e deve ser seguido o mais próximo possível da sua realidade.

Quem usa SCRUM?

- Microsoft

- Yahoo

- Google

- Philips

- Siemens

- Nokia

- globo.com

Há pessoas que caracterizam o SCRUM como uma metodologia; outros afirmam que é apenas um framework de apoio. Independente da caracterização que se queira dar, o fato é que ele se tornou uma realidade e já há esforços para que seja adaptado a outras áreas, como engenharia, indústria naval, dentre outras.

Como todo processo, lembre-se que ele deve ser adaptado a sua realidade. Afinal, a metodologia perfeita é aquela que se adequa ao seu negócio e, principalmente, ao seu cliente.

por Antonio Junior

Mentoria em Imagine Cup na XVI Jornada de Cursos CITi

Olá Pessoal,

a Proativa Team, em parceria com o CITi, está promovendo um curso preparatório para Imagine Cup 2011, a copa do mundo de computação.
O curso será realizado em Janeiro, nas instalações do Centro de Informática da UFPE. A Proativa Team é o time pernambucano campeão brasileiro e mundial da competição, que foi representar o Brasil no Egito e Polônia, em 2009 e 2010.

Essa é uma ótima oportunidade para você aprender com quem sabe do assunto e, além disso, maximizar seu potencial para ir representar o Brasil em Nova Iorque, onde será realizada a final mundial de 2011.

Mais informações em:

Clique e confira a ementa do curso

fonte: http://proativasolucoes.com/

O que é PHP?

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PHP é uma linguagem que permite criar sites WEB dinâmicos, possibilitando uma interação com o usuário através de formulários, parâmetros da URL e links. A diferença de PHP com relação a linguagens semelhantes a Javascript é que o código PHP é executado no servidor, sendo enviado para o cliente apenas html puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com  a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Isso pode ser útil quando o programa está lidando com senhas ou qualquer tipo de informação confidencial. O que diferencia PHP de um script CGI escrito em C ou Perl é que o código PHP fica embutido no próprio HTML, enquanto no outro caso é necessário que o script CGI gere todo o código HTML, ou leia de um outro arquivo.

Como surgiu a linguagem PHP?

A linguagem PHP foi concebida durante o outono de 1994 por Rasmus Lerdorf. As primeiras versões não foram disponibilizadas, tendo sido utilizadas em sua home-page apenas para que ele pudesse ter informações sobre as visitas que estavam sendo feitas. A primeira versão utilizada por outras pessoas foi disponibilizada em 1995, e ficou conhecida como “Personal Home Page Tools” (ferramentas para página pessoal). Era composta por um sistema bastante simples que interpretava algumas macros e alguns utilitários que rodavam “por trás” das home-pages: um livro de visitas, um contador e algumas outras coisas.

Em meados de 1995 o interpretador foi reescrito, e ganhou o nome de PHP/FI, o “FI” veio de um outro pacote escrito por Rasmus que interpretava dados de formulários HTML (Form Interpreter). Ele combinou os scripts do pacote Personal Home Page Tools com o FI e adicionou suporte a mySQL, nascendo assim o PHP/FI, que cresceu bastante, e as pessoas passaram a contribuir com o projeto.

Estima-se que em 1996 PHP/FI estava sendo usado por cerca de 15.000 sites pelo mundo, e em meados de 1997 esse número subiu para mais de 50.000. Nessa época houve uma mudança no desenvolvimento do PHP.

O que pode ser feito com PHP?

Basicamente, qualquer coisa que pode ser feita por algum programa CGI pode ser feita também com PHP, como coletar dados de um formulário, gerar páginas dinamicamente ou enviar e receber cookies.
PHP também tem como uma das características mais importantes o suporte a um grande número de bancos de dados, como dBase, Interbase, mSQL, mySQL, Oracle, Sybase, PostgreSQL e vários outros. Construir uma página baseada em um banco de dados torna-se uma tarefa extremamente simples com PHP.

Além disso, PHP tem suporte a outros serviços através de protocolos como IMAP, SNMP, NNTP, POP3 e, logicamente, HTTP. Ainda é possível abrir sockets e interagir com outros protocolos.

fonte: www.oficinadanet.com.br

Python – Entenda a tecnologia

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Marcel Caraciolo, nosso instrutor de Python da XVI Jornada de Cursos CITi , elaborou esse excelente post sobre Python. Esperamos que vocês gostem e tirem suas dúvidas em relação a essa poderosa linguagem de programação.

Quais foram suas primeiras impressões quando começou a programar em Python? Qual era a linguagem de programação que você utilizava antes?

Eu comecei a ter o meu primeiro contato com Python desde 2007 quando um amigo meu de faculdade me apresentou esta linguagem quando ele esteve na Alemanha. Ele me falava bastante desta linguagem, comentando que a mesma era poderosa e que com poucas linhas de código você era capaz de construir sistemas e programas bem poderosos. Uma das coisas que mais me impressionou em Python foi a simplicidade da linguagem que aumentou significativamente a produtividade quando eu queria desenvolver algo. Quando comecei a escrever os meus programas em Python, vi que reduziu pela metade o tempo de desenvolvimento em comparação a outras linguagens que usava.

Anteriormente, eu já havia programado com Java. Mas quando conheci Python vi que uma das suas principais características que é a legibilidade de código me chamou muito a atenção, especialmente quando você vai revisar códigos de terceiro. Dependendo do desenvolvedor, os códigos de Java tem que ser meio que ‘decifrados’. Em Python, por usar identação o desenvolvedor é levado a escrever os códigos de uma maneira mais estruturada. Isso dá uma maior facilidade ao desenvolvedor em entedimento de código e até futuras manutenções.

Onde se pode programar Python?

Python é uma linguagem de programação poderosa e bem flexível. Ela tem características de diversos paradigmas de programação como Orientação a Objetos, Funcional e Imperativa. Além de ser uma linguagem de script dinâmica que permite a construção de pequenos scripts para automação de tarefas, passando por sistemas web, cliente-servidor , desktop e até sistemas embarcados e aplicações científicas. Como exemplo, podemos falar da Nasa que usa Python e outras grandes empresas multi-nacionais que utilizam Python em seus projetos.

O Python pode ser integrado a outras linguagens de programação e ferramentas. Quais são as principais? O que estas integrações oferecem?

Python tem um conceito muito interessante chamado ‘Batteries Included’, isto é, ela possui uma biblioteca padrão muito poderosa que assim que você instala o SDK, você já tem acesso a milhares de funcionalidades para os diversos tipos de necessidades que venham surgir durante o desenvolvimento de uma aplicação. Por exemplo, o Python SDK já vem com uma biblioteca que suporta já um mini-gerenciador de banco de dados nativo sqlite3, ou seja, você não precisa instalar um banco de dados para dar suporte a banco de dados à sua aplicação. Ele já vem pronto com Python, basta importar o módulo específico e começar a definir a modelagem do seu banco.

Outro fator importante é que Python é open-source, ou seja seu código pode ser facilmente extendido. Os desenvolvedores podem construir extensões para Python caso não seja encontrado um módulo que atenda suas necessidades ou até por questões de desempenho. Muitos desenvolvedores constroem seus módulos em C/C++ e usam Python como um wrapper (API) de comunicação com seus módulos devido à sua facilidade de uso e legibilidade. Hoje já existem várias extensões que possibilitam a comunicação de Python com .NET, Matlab, Java, entre outros. Realmente Python hoje pode ser integrado com várias ferramentas, e quando não, ela permite ao desenvolvedores a extensão.

A comunidade Python ainda não é muito conhecida. Qual a melhor maneira de fazer com que o Python seja mais explorado? O que ainda falta para convencer os programadores sobre o poder do Python?

Eu acredito que isto está sendo mudado. Acredito que no Brasil Python é ainda muito incipiente nas empresas de tecnologia do país, mas estamos experimentando uma nova realidade. Bastamos ver alguns exemplos brasileiros como a Globo.com, governo federal que acreditam em Python e usam em seus projetos importantes. Até aqui em Recife mesmo temos a empresa Orygens que vem desenvolvendo uma rede social para concurseiros AtePassar feita em Python e Django. Tem mercado para python e acredito que é necessário investir em um marketing positivo, ou seja convencer as pessoas que estão em posição de decisão, de que Python é uma alternativa viável, escalável, poderosa e barata dentre as opções existentes no mercado atualmente.

Para este processo de conversão nós temos uma comunidade brasileira de Python fantástica. Temos uma Associação de desenvolvedores de Python no Brasil (APyB) que promove anualmente uma conferência brasileira da comunidade de Python que sempre atrai nomes mundiais da programação e uma excelente audiência e aqui em Pernambuco mesmo temos o nosso grupo local, do qual comento e faço parte que é o PUG-PE. Um grupo de desenvolvedores que vem a promover localmente eventos e uma caravana de envagelização por diversas faculdades pernambucanas visando integrar estudantes das diversas universidades, empresas interessadas e que já desenvolvem com a linguagem Python e professores/pesquisadores interessados.

Links Úteis:

http://pugpe.wordpress.com/

http://www.pythonbrasil.org.br/2010

http://groups.google.com/group/pug-pe

Flávio Vasconcelos fala sobre o EPEEJ

Por Flávio Vasconcelos, presidente Institucional do CITi

De 12 a 15 de Novembro, ocorreu na ilha de Itamaracá o VI
Encontro Pernambucano de Empresas Juniores
com o tema: “Capacitando Pessoas”.
Este encontro marcou o retorno de Pernambuco ao cenário do Movimento Empresa Junior brasileiro!
Contamos a participação de mais de 150 empresários juniores de diversos estados do Brasil como: Pernambuco, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Ceará, Minas Gerais, Paraíba e Alagoas. O que contribuiu para uma rica troca de experiências entre realidades diferentes, cursos diferentes, pessoas totalmente diferentes.
A programação científica contou com palestrantes da Claro, Microsoft e UFPE, além disso, tivemos diversos cases de sucesso das empresas juniores e federações sendo apresentados, assim como várias rodadas de discussão sobre o tema do evento e sobre as mais diversas áreas de atuação das empresas juniores.
Como não poderia deixar de ter em um encontro jovem, a partir das 23 horas, tínhamos festas no hotel para descontrair o clima de trabalho e palestras, mas tudo bem organizado e com hora certa para acabar, apesar da organização sofrer para encerrar a música e mandar todos dormirem!

Pelo evento ter sido feito em um hotel ao lado do Forte Orange, na Coroa do Avião, reservamos uma tarde para que todos pudessem conhecer a região a bordo de um catamarã, o passeio foi muito elogiado, principalmente pelos congressistas de fora do estado.
Para resumir, o evento foi um sucesso, o maior benefício foi que por ter sido realizado em nosso estado, possibilitou a ida de uma grande quantidade de empresários juniores pernambucanos, por não ter custo com passagem aérea, e o benefício dessa imensa participação é algo que iremos medir nos próximos meses, mas estava claro já no evento a grande motivação e quantidade de ideias que surgiram a todo momento. Todos os congressistas elogiaram muito o evento, principalmente a comida que estava sensacional, e a pontualidade do evento, que foi algo bastante buscado por todos da organização.

Participar da organização de um evento como esse foi, para mim, uma experiência fantástica! Hoje vejo que todos os erros e falhas que ocorreram serviram de aprendizado e me sinto extremamente preparado e motivado para organizar outros eventos deste porte. Aconselho todos que puderem, à participar da organização dos próximos encontros pernambucanos, pois vale muito a pena!

Este é o resumo do que foi o EPEEJ 2010, não dá para descrever todo o sentimento de chegar na cerimônia de encerramento e se sentir realizado em ter participado de um evento tão bom! A equipe organizadora ficou extremamente unida durante essa jornada, e nós Agora é só esperar o EPEEJ 2012, que vai ser ainda melhor!

flavio.vasconcelos@citi.org.br

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