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Archive for janeiro, 2011

Empreendedorismo: aprendendo com tentativa e erro

Você já sabe o que é ser um empreendedor, porque é um.

Portanto não vamos gastar tinta descrevendo as qualidades e as competências de um empreendedor, mesmo porque dificilmente conseguiremos descrever as diferentes características de cada tipo de empreendedor.

Mas, vamos discorrer sobre uma teoria sobre as formas com que os empreendedores decidem montar uma empresa e como tomam decisões na administração do negócio.

A professora e pesquisadora Saras Sarasvathy, desenvolveu a teoria da abordagem efetiva, que observa que o empreendedor estabelece um conjunto de processos decisórios em situações de incerteza. Esse conjunto de processos não estaria baseado em predições ou análises sobre os cenários futuros. Na abordagem efetiva o empreendedor entende que, como não pode controlar o futuro, não há necessidade de tentar predizer o que acontecerá.

Essa abordagem, portanto se opõe à lógica causal, na qual a predição do futuro garante ao empreendedor a capacidade de controlar o futuro. Dessa maneira, é fundamental a construção de planos de negócios, pesquisas de mercado e tantas outras observações sobre a situação atual, suas causas e os cenários futuros.

Para chegar a essa teoria a Dra. Sarasvathy fez uma pesquisa, por meio de entrevistas, com uma série de empreendedores que ela chama de “experts”, porque possuem vários anos de experiência na gestão de empresas, com histórias de fracasso e sucesso, mas que aprenderam com o tempo a administrar bem suas empresas.

Os princípios da teoria da abordagem efetiva no empreendedorismo podem ser resumidos nos seguintes princípios.

Princípio do pássaro na mão: quem sou eu, o que eu posso fazer e quais recursos estão disponíveis para mim? (Diferentemente de pré-determinar metas).

Princípio das perdas aceitáveis:
o que eu posso dar ao luxo de perder? (Não foque no que você espera ganhar).

Princípio da colcha de retalhos:
quem eu conheço que pode me ajudar? (Escolha seus parceiros no negócio com cuidado).

Princípio da limonada: contingências como despesas não previstas são comuns, e até fracassos, portanto não evite encará-los.

Princípio do piloto no comando do avião: o futuro consiste naquilo que criamos, e não em tendências inevitáveis.

A teoria da abordagem efetiva se espelha na sua maneira de administrar seu pequeno meio de hospedagem?

Vamos em outras oportunidades discorrer sobre outras questões abordadas pela professora Saras Sarasvathy, em suas pesquisas e observações sobre como o empreendedor administra empresas.

Eu não falhei 700 vezes. Eu não falhei nenhuma vez. Eu consegui ter sucesso em provar que aquelas 700 formas não funcionam. Quando eliminar as formas que não funcionam, encontrarei a forma como irá funcionar. Thomas Edison, considerado o maior inventor de todos os tempos. parte de perguntas como quem eu sou, o que eu sei, e quem me conhece.

fonte: abihbrasil.blogspot.com

O que é Mídia Social?

Mídia Social é, em seu sentido mais básico, uma mudança na maneira como as pessoas descobrem, lêem e compartilham informações, notícias e conteúdos. É uma fusão social e tecnológica, transformando o que até então era um monólogo em um diálogo.

1 - Mídia Social descreve as ferramentas on-line que as pessoas usam para compartilhar conteúdo, perfis, opiniões, visões, experiências, perspectivas e mídia em si, facilitando assim conversas on-line e interação entre grupos de pessoas. Essas ferramentas incluem blogs, fóruns, podcasts, micro blogs, lifestreams, bookmarks, redes, comunidades, wikis, e vlogs.

Alguns exemplos que destaco como mídia social são Wikipedia (referência), MySpace e Facebook (redes sociais), Twitter e Jaikue (aplicativos de presença), YouTube (partilha de vídeo), Second Life (realidade virtual), Upcoming (Eventos), e Digg, Reddit e Propeller (notícias comportailhadas), Flickr e Zooomr (Imagens compartilhadas),Blogtv, Justin.tv, e Ustream (livecasting), Stickham, YourTrumanShow (episódica vídeo on-line), e Izimi Pownce (mídia compartilhada), del.icio.us (bookmarking ) EWorld of Warcraft (jogos on-line).

2 - Mídia Social é a democratização do conteúdo e da compreensão do papel que as pessoas desempenham no processo de leitura, não somente divulgar informações, mas também compartilhar e criar conteúdos para que outras pessoas possam compartilhar e usufruir.

Marketing e Estratégias para Mídia Social

As Redes Sociais criaram um novo panorama para as empresas tradicionais utilizarem ferramentas de marketing on-line. Mas quais ferramentas ou canais de mídias sociais utilizar para o meu cliente ou mercado específico? Como me destacar entre os milhões de usuários que agregam cada rede de mídia social?

Na opinião de Brian Solis “já atingiu um limite máximo de discussão versus execução e praticidade”, ou seja, já existe muita teoria sobre o tema. O que ele sugere é dividir o mercado de mídia social em especialistas, para que possamos crescer como um grupo.

As redes sociais não possuem “fórmulas mágicas”, é preciso, assim como no mundo real, conhecer o “ambiente” e as “pessoas” e acima de tudo “as regras” que integram o ambiente.

Michael Brito destaca que em sua opinião existem 5 fatores importantes em Mídia Social:

- Participação
- Abertura, transparência e informação
- Conversação
- Comunidade dirigida
- Facilitação (facilitando conversas que já estão acontecendo em linha)

É um fato incontestável que os consumidores, hoje, já participam em meios sociais. Certamente, os consumidores não estão com medo de participar de comunidades, gerar conteúdo e envolver-se em conversas sobre temas que lhes interessa. A pergunta que os profissionais de marketing precisam considerar é se eles querem ou não participar dessas conversas que já estão acontecendo. Será que eles querem um lugar à mesa ou não?

Brito alerta sobre a importância da transparência: estar aberto para uma conversa e divulgar quem você é, é o primeiro passo na construção de confiança com o seupúblico-alvo. É a mesma dinâmica ao construir relacionamentos off-line com amigos, conhecidos. Se você já entra em uma conversa com “mentiras ou máscaras”, pode deteriorar severamente a percepção que os outros têm de você, e, naturalmente, a imagem da sua empresa.

Por isso a importância de contratar profissionais especialistas em mídias sociais que possam agregar valor para sua empresa. No Brasil, esse é um mercado novo! É também sabido que dependendo o tamanho da empresa pode sair caro manter um funcionário trabalhando internamente especificamente com “mídia social”, por isso a sugestão é: terceirizar! Sim, exatamente isso. Contrate um especialista que trabalhe com mídias sociais em tempo integral para trabalhar para sua empresa.

Três empresas no Brasil apostaram nessa estratégia: ProplastikJozanCamboriu Online Shopping. (Resultados podem ser vistos em Rede Gehspace.com)

Jozan, em apenas 4 dias, atingiu a meta proposta para 30 dias: dobrar sua audiência de forma qualificada, ou seja, atrair pessoas que procuram justamente o que eles estão vendendo.

O que você está esperando para se inteirar mais sobre o assunto?

fonte: Géssica Hellmann emhttp://www.webartigos.com

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O que o Direito Digital tem a dizer sobre o episódio Wikileaks?

Fonte: The Big Picture

Fonte: The Big Picture

O mundo corporativo teme queda das bolsas, empresas abertas querem se proteger de possíveis impactos diretos ou indiretos no valor de suas ações devido a um novo tipo de risco sistêmico da “era Wiki” chamado de “vazamento potencial de informação”. Como as empresas devem lidar com o fenômeno iniciado pelo site Wikileaks?

Os setores bancário, farmacêutico e de energia estão na mira da lista de boatos sobre quais serão os próximos vazamentos. Em termos jurídicos, há algo que se possa fazer?

Na série americana “Early Edition”, o principal personagem recebia com 24 horas de antecedência um jornal com as manchetes principais do que iria ocorrer e tinha que decidir o que fazer com a informação – se a usava para ajudar, se tirava proveito de forma oportunista ou se manipulava os eventos.

Agora, na era da independência de suporte físico, a questão que se coloca é: o que fazer com a informação a que se tem acesso? Na era da transparência corporativa, será que tudo deve vir a público? Ou, por outro lado, será que o público está preparado para lidar com isso?

Quem determina o que pode ser publicado?

Por certo há informações que precisam ser protegidas por um período de tempo, até para garantir as vidas de pessoas envolvidas, especialmente no tocante a assuntos governamentais (identidade de espiões, projetos ultra-secretos, outros). Mas quem determina o que não apenas uma pessoa deve saber, mas o que a humanidade deve conhecer, já que quando a informação cai na web ela se torna de conhecimento global imediatamente?

Sob o aspecto jurídico, o que o Wikileaks faz hoje é considerado ilegal na grande maioria dos países, visto que ele não tem legitimidade para publicar as informações e não tem como provar a veracidade e legitimidade das mesmas ou garantir uma situação de discussão com ampla defesa das partes envolvidas, já que não informa qual seria a fonte, que pode existir de fato ou não.

Termos legais

Qual o poder de manipulação que isso pode conter? Estratosférico! Por isso mesmo que em termos legais ele está sujeito a ações de indenização por danos causados a terceiros devido às suas publicações. Mas isso não parece incomodar. Afinal, depois de divulgado, dinheiro nenhum recupera a reputação dos envolvidos, e a credibilidade do Wikileaks só tem aumentado.

A internet trouxe o paradigma das multidões. Deu poder e voz ao indivíduo. Alguém sem amarras pode ter a liberade de dizer o que pensa. Este é o máximo exercício da liberdade de expressão, mas requer responsabilidade, pois traz consigo certas consequências. Como os efeitos indiretos dos textos nos contextos digitais, associado à Teoria da Cauda Longa, de Chris Anderson, por mínimo que for o ruído, vai se espalhar no público exato que tem interesse sobre aquela informação. Pode ser uma pessoa só que clique; podem ser milhões.

Assim como marchar sobre uma ponte pode derrubá-la, estas conexões todas digitais, hoje, podem derrubar uma marca ou um presidente.

Excesso de exposição

O Direito levou anos para garantir aos indivíduos a liberdade necessária contra a censura prévia. Mas, agora, como segurar o excesso de exposição e o descompromisso de quem publica na era das redes sociais?

Deparamos-nos com uma situação complexa em que, dependendo de qual for a informação, o pêndulo da balança jurídica vai pesar a favor de quem publicou ou de quem é a vítima do vazamento. O Direito Digital tem este desafio atual, que vai desde essa quebra de paradigma do jornalismo investigativo até a questão da proteção de direitos autorais e privacidade (abrange reputação e imagem).

Prevenção

As empresas que temem a ameaça do “vazamento potencial de informação” precisam investir maciçamente em campanhas de conscientização de segurança da informação, monitorar dentro e fora de seus ambientes e ser cada vez mais transparentes com seus stakeholders. Prevenção e atuação ágil são essenciais para a imagem da corporação, havendo um “wikileakincident”.

O trabalho sério de um time de resposta formado por especialistas em redes sociais, comunicação corporativa e Direito Digital é importante nesses casos. Este time tem que estar pronto, treinado e a postos, pois 2011 promete trazer bastante barulho para o meio corporativo.

fonte: idgnow.uol.com.br

Linguagem Java

Afinal, o que é Java? Uma linguagem? Uma plataforma?

Java hoje é muito mais do que uma linguagem de programação. É toda uma plataforma com bibliotecas e frameworks para todo o tipo de aplicação. Esses dois proveem códigos que você reusa em seus programas e assim auxiliam que se faça praticamente qualquer coisa sem reinventar a roda. Por isso Java é usado em smartphones (Android), microcontroladores (Arduino), browsers (Applets), servidores (Java EE) e muito mais. É possível até rodar outras linguagens de programação sobre a plataforma Java, tais como Python (Jython) e Ruby (JRuby).

Qual ferramenta se usa para programar em Java?

Não existe ferramenta padrão. A mais popular entre a comunidade de desenvolvedores e a indústria de software é o Eclipse. O Eclipse é uma ferramenta de código aberto que pode ser baixada gratuitamente. Ele é considerado por muitos o melhor programa para se desenvolver programas! Dispõe do que há de melhor para alavancar a produtividade no desenvolvimento de software, oferecendo funcionalidades de refactoring, geração de código, debug e plugins que evitam a necessidade de outros programas (de, por exemplo, controle de versão). Por isso, muitos usam o Eclipse para programar até em outras linguagens, como PHP e Python. E uma curiosidade, o próprio Eclipse é, em sua maior parte, escrito em Java.

Qual a popularidade de Java?

Desde o ínicio, Java foi feita para ser uma linguagem simples, de propósito geral e similar a C++, o que é basicamente uma fórmula para o sucesso. Como C++ é uma linguagem extremamente popular, não demorou até que seus programadores aprendessem Java. Isso e seu alto número de bibliotecas e frameworks, ajudaram Java a ser hoje a linguagem de programação mais popular do mundo! Toda a indústria de software espera que seus programadores saibam o mínimo de Java, pois diversos aplicativos são escritos nesta linguagem. Por exemplo, Java é a linguagem padrão do sistema operacional do Google para smartphones, o Android e do e-book reader da
Amazon, o Kindle. É também a mais adequada para o desenvolvimento de grandes aplicações em servidores, o que é evidente por conta do alto apoio da IBM a Java.

Quem é o responsável hoje pela linguagem?

Hoje o responsável por Java é a Oracle, já que comprou a Sun Microsystems, criadora da linguagem. Outras gigantes da computação nutrem interesse pela linguagem e contribuem com seu desenvolvimento e popularização, tais como a IBM, Google e Apache Foundation. Claro, há um grande jogo de interesses entre essas organizações, o que gera várias discussões sobre os padrões a serem estabelecidos nas próximas versões de Java. No entanto, isso serve para demonstrar o quão poderosa a linguagem é, a ponto de ser estrategicamente relevante para multinacionais de informática.
por Flávio Juvenal

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