Archive for fevereiro, 2011
Os brasileiros que alcançaram o sucesso na internet
Jonny Ken, Daniel Sollero e Gustavo Scanferla são exemplos do que podemos chamar de novos talentos da internet. Sem colocar a mão no bolso, apenas com uma boa ideia na cabeça e um computador na mão, esses três brasileiros desenvolveram seus projetos e, hoje, começam a colher os frutos do empreendedorismo. A história de Gustavo começou aos 17 anos, quando ele não encontrava uma solução para conversar com vários amigos online ao mesmo tempo, usando webcams. A partir daí, ele aprendeu a programar e criou um serviço chamado Pligus. Gustavo considera que sua história deixa claro que um dos principais passos para ter sucesso com algo novo na internet é oferecer um serviço que seja interessante para muitos. “O Pligus é um site que vai solucionar os problemas de pessoas e equipes que trabalham juntas, mas não em um mesmo”, explica o criador do site que já conta com mais de 5 mil usuários cadastrados.
Na mesma linha, viciado em cinema, Daniel Sollero vinha há muito tempo quebrando a cabeça para desenvolver um aplicativo para iPhone que fosse útil para as pessoas. Junto com um amigo, descobriu que o projeto que ele tinha na cabeça era maior do que esperava e decidiu montar o Moovee.me: uma rede social de reviews de filmes em até 140 caracteres, usada por, pelo menos, 3 mil internautas atualmente. “É rápido de escrever e de consultar. Isso, para a gente, é o principal “, conta o desenvolvedor.
Já o famoso encurtador de URLs Migre.me nasceu de uma simples brincadeira durante uma Campus Party. Em uma competição de trotes, o brasileiro Jonny Ken procurava uma ferramenta para contar cliques e eleger o vencedor. “Pensei em fazer uma página com as notícias mais legais do dia. Aí surgiu o Migre.me. Falei que ia fazer em um dia para um amigo e perdi a aposta, já que fiz em três dias”, brinca Jonny.
Hoje, além de filtrar conteúdo, o site dele é também um dos encurtadores de URL mais usados da web, com aproximadamente 300 mil usuários ativos e 2 milhões no total.
Uma das lições que Jonny aprendeu com o Migre.me é que nem tudo são flores para os empreendedores da internet. Segundo ele, assim como qualquer empresa tradicional, os projetos no ambiente virtual precisam estar balizados em planos de negócio.
fonte: olhardigital.uol.com.br
Brasil convive com “alguma censura” na internet, afirma estudo
Uma pesquisa conduzida pela OpenNet Initiative, projeto que conta com três instituições que investigam retrições na internet, analisou o grau de censura da web em todas as regiões do mundo. O resultado mostra, que mesmo nos países democráticos e nos quais o governo defende a liberdade de expressão, o acesso das pessoas à internet não é tão livre, principalmente em relação a conteúdos considerados ofensivos aos direitos humanos.
O Brasil aparece ao lado de países como Estados Unidos e do Canadá, que são listados como regiões com “alguma censura”. Enquanto Rússia e Austrália estão “sob vigilância”, e a China e partes do Oriente Médio estão no topo do ranking de “alta censura”.
No mercado brasileiro, a censura se volta, principalmente, a combater a propagação da pornografia infantil e a evitar que crianças tenham acesso a conteúdos inapropriados.
O estudo concluiu também que na América Latina, os governos e tribunais estão engajados em regulamentar a atividade de restrição de conteúdos online. Somente Cuba emprega técnicas de filtragem sistemática, enquanto que em outros países a responsabilidade de controle sobre conteúdos impróprios para menores tem sido delegada as prestadoras de serviço de internet.
Além disso, a grande quantidade de intervenientes, incluindo funcionários do governo, empresas de telecomunicações, indivíduos e juízes, têm tentado induzir ou reforçar a filtragem caso a caso. Isso demonstra que os esforços para controlar conteúdos na internet na América Latina ainda não estão completamente resolvidos, por isso que a região deve sofrer mudanças consideráveis nos próximos anos.
Embora as estimativas variem, a taxa de penetração da internet na América Latina é de aproximadamente 12%. Sendo que 10% dos usuários da internet na região estão concentrados somente no Brasil e no México. Apesar disso, a Jamaica, Chile e Argentina ainda possuem as maiores taxas de penetração em comparação aos outros países (44%, 34% e 26% respectivamente).
No geral, o estudo mostra que em todo o mundo o tipo de conteúdo mais censurado na internet são os blogs, com 20% de restrições (veja imagem abaixo). Enquanto que os grupos militantes têm apenas 1% de censura.
É importante lembrar que a censura apontada pelo estudo não diz respeito somente a restrição de conteúdos considerados de livre expressão. A pesquisa incluiu filtros criados para a contenção de conteúdos ofensivos como a pornogradia infantil.
No entanto, a OpenNet Initiative acredita que a população não deve ser ingênua e supor que a maioria dos mecanismos de vigilâncias da internet foi criada apenas para restringir conteúdos ofensivos aos direitos humanos, sobretudo quando as censuras são aplicadas em países que restringem publicamente redes sociais ou similares, como aconteceu no Egito recentemente.
Abaixo confira os infográficos criados a partir do estudo:


fonte: olhardigital.uol.com.br
Site brasileiro mapeia arte de rua através do Google Street View
No início de fevereiro, durante o anúncio do Art Project – site que oferece visitas virtuais de 17 dos principais museus do mundo a partir do Google Street View – Julian Raby, da Freer Gallery of Art, disse que o serviço do Google poderia mudar o jogo da arte. Cerca de quinze dias depois, o jogo parece mesmo estar começando a mudar, ao menos para a arte de rua. Em colaboração com o Google Street View, a Red Bull Brasil e a agência de publicidade Loducca criaram uma ferramenta para que o internauta conheça as principais manifestações de arte de rua do mundo sem sair de casa. No Street Art View estão obras de Banksy, Os Gêmeos – várias delas em São Paulo – e Keith Haring, entre outros.
Segundo informações do site da Red Bull Brasil, a navegação e a interface permitem que os visitantes tenham conhecimento do contexto onde a arte está inserida e como ela interage com a paisagem urbana. Clicando em um trabalho específico, aparecem fotos do Flickr ou do Picasa, automaticamente integradas ao site, que sobrepõem a imagem original na perspectiva correta, o que possibilita que o usuário veja a obra de diferentes perspectivas. Os internautas, obviamente, podem ajudar compartilhando seus achados de arte de rua pelo próprio site.
E assim como Art Project do Google não pretende substituir a experiência real de visitar um museu, conforme salientou Nelson Mattos, vice-presidente de engenharia do Google no lançamento do projeto, o Street Art View pode ser um estímulo para os internautas viajarem e verem de perto as obras de arte de rua.
O endereço do site é http://www.streetartview.com/.
fonte: tecnologia.terra.com.br
Como funciona o novo chip de identificação dos automóveis
A partir de junho deste ano, a frota de veículos brasileira começa a receber um chip eletrônico de identificação. A previsão do Departamento Nacional de Trânsito é que o processo de instalação seja concluído até meados de 2014. Esse sistema de identificação de veículos será composto basicamente por antenas leitoras, que identificarão os chips instalados nos carros, motos e caminhões.
Cada carro recebe um identidade eletrônica única e que não pode ser removida de um veículo para outro. “E cada uma dessas placas eletrônicas é fechada à comunicação com qualquer outro tipo de antena que não seja no Sinia”, explica Dario Thober, diretor do Centro de Pesquisas Wernher Von Braun.
Instaladas em postes ou placas de sinalização, essas antenas são bastante simples e até sete vezes mais baratas do que o atual sistema de câmeras que lê a combinação de letras e números das placas dos carros. Por meio de ondas de rádio, em uma freqüência para aplicações de curto alcance, essas antenas poderão identificar cada veículo que passar a uma velocidade de até 160 quilômetros por hora. O tempo de “conversação” entre o chip e a antena é de apenas 10 milisegundos – quase dez vezes mais rápido do que um piscar de olhos.
A placa eletrônica trará informações como número da placa, modelo, cor, número do chassi, código Renavam e nome do proprietário. Todos esses dados serão transmitidos, em tempo real, para as centrais de processamento dos Detrans onde serão analisadas. Além de inibir furtos e roubos, os principais objetivos do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos são identificar veículos com IPVA em atraso e multas vencidas e contribuir no controle e monitoramento de congestionamentos.
Há espaço também no chip para que ele seja explorado pela iniciativa privada. Postos de gasolina, shoppings, pedágios e estacionamentos, por exemplo, podem usá-lo para controlar o acesso e, mediante autorização prévia do usuário, efetuar a cobrança no cartão de crédito.
Parece ótimo, mas o receio de que tal chip comprometa a privacidade dos cidadãos em seus automóveis é grande. Muita gente se diz contra o sistema, pelo fato dele controlar o ir e vir das pessoas através de informações em um banco de dados.
“A placa que os veículos têm hoje, representa a identidade explícita daquele veículo. Isso é a mesma coisa, só que fechado em um chip e encriptado. Quer dizer, é mais seguro do que o que já existe”, conclui Dario.
A instalação desse chip, que inicialmente virá numa caixinha preta e em um futuro próximo passará a ser apenas um adesivo colado no pára-brisas do veículo, será feita junto com o licenciamento do veículo. Ainda não se sabe quem vai arcar com os custos da novidade. Mas depois da implementação total do sistema, quem não possuir a etiqueta eletrônica estará cometendo infração grave, sujeita à multa de R$ 127 reais, cinco pontos na carteira e retenção do veículo.
O problema é que, em se tratando de Brasil, não há muita dúvida de que a conta vai acabar no bolso da população. E se, por um lado, a tecnologia pode ajudar a melhorar alguns aspectos do nosso dia a dia, esse parece ser mais um exemplo de instrumento para apenas fiscalizar e arrecadar mais, sem que o cidadão receba qualquer contrapartida. Fica a pergunta: por que não usar a tecnologia também para melhorar a condição das estradas e das ruas? E não apenas para vigiar ainda mais os cidadãos? O que você acha?
fonte: olhardigital.uol.com.br
A partir de junho deste ano, a frota de veículos brasileira começa a receber um chip eletrônico de identificação. A previsão do Departamento Nacional de Trânsito é que o processo de instalação seja concluído até meados de 2014. Esse sistema de identificação de veículos será composto basicamente por antenas leitoras, que identificarão os chips instalados nos carros, motos e caminhões.
Cada carro recebe um identidade eletrônica única e que não pode ser removida de um veículo para outro. “E cada uma dessas placas eletrônicas é fechada à comunicação com qualquer outro tipo de antena que não seja no Sinia”, explica Dario Thober, diretor do Centro de Pesquisas Wernher Von Braun.
Instaladas em postes ou placas de sinalização, essas antenas são bastante simples e até sete vezes mais baratas do que o atual sistema de câmeras que lê a combinação de letras e números das placas dos carros. Por meio de ondas de rádio, em uma freqüência para aplicações de curto alcance, essas antenas poderão identificar cada veículo que passar a uma velocidade de até 160 quilômetros por hora. O tempo de “conversação” entre o chip e a antena é de apenas 10 milisegundos – quase dez vezes mais rápido do que um piscar de olhos.
A placa eletrônica trará informações como número da placa, modelo, cor, número do chassi, código Renavam e nome do proprietário. Todos esses dados serão transmitidos, em tempo real, para as centrais de processamento dos Detrans onde serão analisadas. Além de inibir furtos e roubos, os principais objetivos do Sistema Nacional de Identificação Automática de Veículos são identificar veículos com IPVA em atraso e multas vencidas e contribuir no controle e monitoramento de congestionamentos.
Há espaço também no chip para que ele seja explorado pela iniciativa privada. Postos de gasolina, shoppings, pedágios e estacionamentos, por exemplo, podem usá-lo para controlar o acesso e, mediante autorização prévia do usuário, efetuar a cobrança no cartão de crédito.
Parece ótimo, mas o receio de que tal chip comprometa a privacidade dos cidadãos em seus automóveis é grande. Muita gente se diz contra o sistema, pelo fato dele controlar o ir e vir das pessoas através de informações em um banco de dados.
“A placa que os veículos têm hoje, representa a identidade explícita daquele veículo. Isso é a mesma coisa, só que fechado em um chip e encriptado. Quer dizer, é mais seguro do que o que já existe”, conclui Dario.
Nokia faz acordo com Microsoft e adota sistema operacional Windows Phone 7
A Nokia, maior fabricante de celulares do mundo, anunciou nesta sexta-feira (11/2) que vai adotar o sistema operacional Windows Phone 7, da Microsoft, em seus smartphones, numa última tentativa de manter sua liderança no mercado.
Com a decisão, a empresa praticamente descarta o concorrente Android, da Google, que cresceu 900% em 2010. Após o anúncio, as ações da Nokia na bolsa de Helsinque, capital da Finlândia, caíram 8%.
Entre as mudanças anunciadas está também a reorganização da equipe de direção da companhia, a fim de permitir a rápida tomada de decisões e a renovação de toda a estrutura da empresa através da criação de duas unidades distintas: dispositivos inteligentes e telefones celulares para se concentrar, respectivamente, no mercado high-end de smartphones e no mercado de massa de celulares onde o Symbian continua líder.
As mudanças acontecem depois de a Nokia ter nomeado Stephen Elop, antigo executivo da Microsoft, como CEO, há menos de cinco meses, com a missão de recuperar o prestígio da companhia, especialmente no lucrativo mercado de smartphones, dominado hoje pelo iPhone, da Apple e pelos aparelhos Android, plataforma criada pela Google.
Nas últimas semanas, Elop construiu uma reputação de executivo sem papas na língua, de fala direta, sem rodeios. Em memorando interno aos funcionários publicada na última quarta-feira pelo Wall Street Journal comparou o destino da Nokia ao de um homem de pé sobre uma plataforma de petróleo queimando, correndo o risco de morte, forçado a escolher entre pular nas águas geladas ou queimar.
Depois, faz uma associação ao Symbian e diz que esse é o cenário da Nokia: a plataforma da empresa está em chamas.
Elop ressalta que a Apple controla o lucrativo setor móvel de alto nível, enquanto o Android domina o de médio.
Em uma crítica à velocidade dos lançamentos da empresa, ele diz que fabricantes chinesas conseguem lançar um smartphone enquanto a Nokia “ainda está finalizando sua apresentação PowerPoint”.
Desde a contratação de Elop pela Nokia o mercado já vinha especulando sobre uma possível associação com a Microsoft para o mercado de smartphones. Em artigo publicado pelo IDGNow!, Katherine Noyes, da Computerworld/EUA chega a perguntar se dois fracassos poderiam resultar em um sucesso, em alusão ao fato de a Microsoft, com seus sistemas móveis, também ter perdido mercado, rapidamente, diante da chegada do Blackberry, do iPhone e dos celulares Android.
No fim de janeiro, a Nokia divulgou que seu faturamento no último trimestre de 2010 cresceu, mas o lucro continuou em queda. O motivo: não conseguir se impor no mercado de smartphones de alto rendimento.
A renda do trimestre – cujo último dia considerado é 31/12 – ficou em 12,7 bilhões de euros, ou 29,2 bilhões de reais; alta de 6% em relação ao mesmo período de 2009. Mesmo ajudada pelo câmbio favorável, a Nokia teve lucro de 745 milhões de euros, ante 948 milhões do ano anterior.
Nos quatro últimos meses de 2010, a companhia finlandesa comercializou 123,7 milhões de celulares, queda de 3% se comparado a 2009. Com o resultado, a participação da Nokia no mercado de dispositivos móveis caiu de 35% para 31%, segundo estimativas da própria. Já no âmbito dos smartphones, o índice foi de 40% para 31%, já que apenas 5 milhões de aparelhos com Symbian 3 – presente no N8, C7 e C6-01 – foram vendidos.
Estratégia
Sobre as mudanças anunciadas hoje, Elop foi curto e direto: “A Nokia está em um momento crítico, onde a mudança significativa é necessária e inevitável no nosso caminho para frente”, disse. “Hoje, estamos acelerando a mudança através de um novo caminho, destinada a recuperar a nossa liderança smartphone, reforçando a nossa plataforma de dispositivos móveis e realizar nossos investimentos no futuro.”
A parceria estratégica com a Microsoft tem o objetivo de construir um ecossistema global móvel baseado em ativos “altamente complementares”, segundo a Nokia. A meta desse ecossistema Microsoft Nokia é oferecer produtos diferenciados e inovadores e ter escala incomparável, variedade de produtos, o alcance geográfico e identidade da marca. Com o Windows Phone como sua principal plataforma de smartphone a Nokia espera conduzir o futuro da plataforma, aproveitando a sua experiência em otimização de hardware, personalização de software, suporte a vários idiomas e ganhos de escala.
Leia mais: Elop: Nokia desistiu do Android para não ceder receita de serviços à Google
Nokia e Windows Phone 7: Poderiam dois fracassos resultar em sucesso?
Android cresce 900% e torna-se a segunda plataforma mais vendida em 2010
Com relação à inovação, o Nokia Maps, por exemplo, estaria no coração de bens essenciais como o Microsoft Bing e AdCenter. Aplicativos Nokia deverão ser integrados ao Microsoft Marketplace. Caberá à Microsoft prover ferramentas para desenvolvedores, tornando mais fácil o desenvolvimento de aplicativos para alavancar a venda de smartphones da Nokia.
Com o Windows Phone transformado na principal plataforma para smartphones, o Symbian torna-se uma plataforma de franquia, para alavancar investimentos anteriores, principalmente no mercado low-end. Esta estratégia reconhece a possibilidade de conservar e de oferecer uma transição sua para a base instalada de 200 milhões de proprietários de Symbian. A Nokia espera vender cerca de 150 milhões de dispositivos Symbian nos próximos anos.
Sob a nova estratégia, o Meego torna-se um código-fonte aberto, um projeto de sistema operacional móvel. Vai focar mais na exploração do mercado de longo prazo. Traduzindo, na próxima geração de dispositivos, plataformas e experiências dos usuários, em especial aqueles com processador Atom, da Intel. Isso inclui tablets. A Nokia planeja lançar um produto com Meego até o fim deste ano.
Nova estrutura da empresa
A partir de 01 de abril, a Nokia terá uma nova estrutura da empresa, com duas unidades de negócio distintas: Dispositivos Inteligentes e Mobile Phones. Elas vão se concentrar em áreas-chave de negócios da Nokia: smartphones high-end e os celulares para o mercado de massa. E serão geridas como unidades independentes.
A unidades de Dispositivos Inteligentes será responsável pela construção da liderança da Nokia em smartphones e será conduzida por Jo Harlow. Estarão embaixo dela as seguintes sub-unidades: Smartphones Symbian, computadores MeeGo, e Operações estratégicas de Negócios.
Para apoiar a nova parceria com a Microsoft, a unidade de Dispositivos Inteligentes será responsável também pela criação de uma carteira vencedora de produtos Windows Phone.
Já a unidade Mobile Phones será liderada por Mary McDowell e terá a missão de conectar o próximo bilhão de pessoas , tornando acessível o acesso à Internet e ao mundo de aplicativos móveis.
fonte: http://idgnow.uol.com.br
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