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Archive for março, 2011

Apresentações PSC 2011.1

Google Me chega para enfrentar o Facebook

Depois de oito meses de rumores, a tão esperada rede social do Google estreou nesta quarta-feira (30). Só que a arma secreta, na verdade, não passa de um botão, o +1.

O misterioso Google Me, que foi mencionado pela primeira vez no meio do ano passado, foi renomeado para Emerald Sea e terminou sendo batizado como Google +1. A rede social tinha sido avistada pela primeira vez em dezembro pelo pessoal do TechCrunch, mas a tela capturada não permitia perceber como funcionaria. Agora, tudo começa a fazer mais sentido. O +1 será, por enquanto, um botão que surgirá ao lado dos resultados de busca. A ideia do Google é tornar a pesquisa personalizada, uma vez que cada pessoa poderá ver os links recomendados pelo seu círculo de amigos.

E como é possível ativar o recurso? Primeiro, é necessário ter um perfil no Google Profiles. Espere um pouco. Perfil? Isso mesmo. Assim como as pessoas mantêm perfis em redes sociais, como Orkut e Facebook, elas passarão a ter um perfil no Google. Isso já era possível antes, mas praticamente ninguém conhecia. O botão +1 servirá como estímulo para que os internautas passem a usar o Google Profiles, conectando-se a seus contatos do Gmail, por exemplo, para compartilhar links do Google Reader, atualizações do Google Buzz, fotos em álbuns do Picasa e recomendações do +1.

Em uma segunda etapa, o botão será espalhado por outros sites, exatamente como o Curtir, do Facebook. Depois disso, o que virá? Provavelmente surgirá um meio de integrar os diferentes perfis do Google, amarrando tudo em uma rede social completa. O botão +1 também deve-se espalhar para outros serviços da empresa, como o YouTube. Quanto mais o Google conseguir enredar o usuário, pior para o Facebook. Mas será que a internet precisa de mais um botão?

fonte: info.abril.com.br

CDN bate um papo com Silvio Meira sobre estratégia

Silvio Meira esteve na CDN conversando sobre inovação, estratégias corporativas e o posicionamento das agências diante das mudanças na comunicação.

fonte: www.cdndigital.com.br/

Veja diferenças entre cursos na area de informatica

O setor de tecnologia da informação é um dos que mais sofrem com falta de mão de obra. Trata-se de um gargalo que trava o crescimento de empresas de diversos setores que, por sua vez, limitam uma perspectiva ainda maior de crescimento econômico e distribuição de renda no Brasil.
É possível afirmar, portanto, que um profissional formado em computação e informática tem grandes chances de colocação no mercado e, acrescendo diferenciais ao seu currículo, pode ter uma faixa salarial de ótimo padrão.

Muitos estudantes, no entanto, não sabem qual curso devem seguir e que área do mercado é atendida por cada profissional, o que gera dúvidas, confusão e, muitas vezes, tempo e recursos financeiros desperdiçados por parte dos alunos.

Cada curso

O diretor da Faculdade de Informática da PUCRS, Avelino Zorzo, explica a distinção entre os cursos existentes atualmente.

* Ciências da Computação: é o curso central da área de TI. O aluno tem conhecimento sólido em diversas áreas, por exemplo, sistemas operacionais, redes de computadores, programação, engenharia de software, banco de dados, modelagem de sistemas, compiladores, podendo também ter conhecimentos mais específicos em entretenimento digital, computação gráfica, sistemas formais, computação em nuvem, entre outros. Ele pode atuar tanto em uma empresa da área de TI como em uma empresa fortemente dependente de TI. Pode desenvolver tanto software básico quanto software aplicado.

* Engenharia de Computação: é um curso que possui grande relação entre TI e Engenharia. O aluno terá sólido conhecimento nas áreas da matemática, processamento de sinais, microeletrônica, sistemas de controle, programação, arquitetura de computadores, sistemas operacionais e redes de computadores. Ele irá atuar na interface entre o software e o hardware em sistemas de automação, podendo desenvolver tanto o software quanto o hardware. Na linha de software, o profissional desta área irá desenvolver software básico.

* Sistemas de Informação: este curso possui uma forte formação na área de TI e tangencia algumas áreas de administração de empresas. O aluno tem conhecimento sólido na área de programação, engenharia de software, gerência de projetos, infraestrutura de TI, governança de TI, gestão de pessoas. Ele irá atuar no desenvolvimento de sistemas para empresas dependentes da área de TI, sempre voltado para solução de problemas alinhado ao negócio da empresa, uma vez que tem conhecimentos na área de administração de empresas.

* Administração com ênfase em informática: são voltados para gestão de recursos da área de TI, entretanto, estes cursos formam administradores que possuem conhecimentos de sistemas e infraestrutura de TI, mas não sobre a parte técnica ou de construção e desenvolvimento de sistemas e infraestrutura de TI.

* Tecnólogos: os cursos tecnológicos, em geral com duração de 2 anos, preparam os profissionais para uma área específica da tecnologia da informação, por exemplo, redes de computadores ou banco de dados. Estes profissionais atendem uma demanda imediata do mercado, entretanto têm dificuldade de mudar de área, necessitando, em geral, de nova formação.

Demanda

Segundo o diretor da faculdade de informática da PUCRS, em todas as áreas citadas há carência de profissionais. “Um bom profissional na área de TI tem emprego garantido, podendo muitas vezes escolher a empresa que deseja atuar”, relata.

Ele lembra que a tecnologia da informação está em todos os setores da economia, já que não existe nenhum segmento que não precise da área. “Atualmente, diversas empresas têm investido no Brasil devido à qualidade do profissional que existe, competindo fortemente com as empresas brasileiras, que hoje conseguem exportar software e serviços no mesmo nível, ou melhor, de qualidade”, exalta.

Perfil

Segundo o professor, a formação existente no Brasil é de qualidade. “A área de computação no Brasil sempre foi muito preocupada com a qualidade dos cursos de graduação, talvez até por este motivo o número de formados nunca foi muito elevado”, explica.

Um problema, no entanto, ressalta o docente, é a distância entre a formação recebida nas universidades e a necessidade tecnológica existente no mercado de trabalho. “Por um lado, as universidades ensinam ciência e utilizam tecnologia para exercitar esta ciência. Desta forma, o profissional terá melhores condições de enfrentar as mudanças tecnológicas que surgirão, e não são poucas. Por outro lado, as empresas querem um profissional qualificado, mas com alto conhecimento tecnológico imediato e atualizado”, cita Zorzo.

A própria universidade onde Zorzo atua tenta minimizar o problema com novas soluções. A PUCRS desenvolveu nos últimos anos um grandioso parque tecnológico (TecnoPUC) para aproximar academia e indústria, com apoio do governo. No local, alunos, profissionais do mercado, pesquisadores e gestores convivem trocando experiências, práticas, ideias e projetos em dezenas de empresas do ramo de tecnologia.

O professor recomenda que os profissionais que queiram atuar na área sejam pró-ativos, dominem a língua inglesa, tenham ética, e consigam trabalhar em grupo, com comprometimento, sabendo se comunicar com outras áreas do conhecimento. Avelino Zorzo recomenda: “O profissional de TI não tem mais o perfil do ‘nerd’. Hoje, o profissional tem de ser uma pessoa que consiga interagir com outros trabalhadores de uma maneira clara, pois na grande maioria da vezes ele irá resolver problemas, usando TI”, orienta. (Fonte: InfoMoney)

fonte: www.bonde.com.br

Google, Facebook e Microsoft, juntas, em prol da inovação

Google, Facebook e Microsoft estão entre os pesos-pesados do mercado de tecnologia que se uniram para apoiar uma nova iniciativa focada na nuvem chamada Software-Define Networking (SDN).

Juntamente com Yahoo, Verizon, Deutsche Telekom e outros 17 nomes fortes do setor, essas companhias formaram no início desta semana o grupo chamado de Open Networking Foundation (ONF), uma organização sem fins lucrativos dedicada a promover a SDN como uma maneira de customizar e acelerar a inovação de redes.

“Nas últimas duas décadas, vimos muita inovação acontecer no topo da arquitetura da Internet”, explica o grupo. “E-mails, e-commerce, busca, redes sociais, computação em nuvem e a web como a conhecemos são todos bons exemplos. Apesar de as tecnologias de networking também terem evoluído nesse período, a ONF acredita que é necessário inovações mais rápidas.”

Ganho em segurança


Nesse sentido, a SDN permite que inovações aconteçam mais rapidamente em todos os tipos de redes por meio de mudanças de software relativamente simples, diz o grupo. Data centers, redes de telecomunicações de áreas amplas, redes wireless, corporativas e até mesmo domésticas podem assim ser controladas mais precisamente para servir às necessidades dos usuários, como permitir que alguns roteadores sejam desligados durante períodos fora de pico como uma maneira de reduzir o uso de energia em data centers, sugere.

“A SDN irá permitir que as redes evoluam e melhorem mais rapidamente do que elas podem atualmente”, disse o presidente e diretor da ONF e vice-presidente sênior de engenharia da Google, Urs Hoelzle. “Com o tempo, esperamos que a SDN ajude as redes a tornarem-se mais seguras e confiáveis.”

Broadcom, Brocade, Ciena, Cisco, Citrix, Dell, Ericsson, Force10, HP, IBM, Juniper Networks, Marvell, NEC, Netgear, NTT, Riverbed Technology e VMware estão entre os outros membros do grupo.

“Promissor para a próxima geração”


Uma pesquisa colaborativa de seis anos entre a Universidade de Stanford e a de California em Berkeley levaram à abordagem da SDN. A interface OpenFlow é um componente chave, focado em controlar como pacotes são avançados por chaves de rede. Também está incluso na SDN um pacote de interfaces de gerenciamento global sob as quais podem ser construídas ferramentas de gerenciamento mais avançadas.

A primeira tarefa da ONF será adotar e liderar desenvolvimento em progresso no padrão OpenFlow e licenciá-lo livremente para todas as companhias que fazem parte. Depois, o grupo começará a definir interfaces de gerenciamento global.

“Os esforços abertas da indústria de interface de programação de aplicações (API) como um todo, como o ONF, são promissores para a próxima geração de ofertas baseadas em rede”, diz o vice-presidente de estratégia e arquitetura de rede da Deutsche Telekom, Bruno Orth. “Os princípios da SDN promovem a visão de “vida e trabalho conectado” da Deutsche Telekom e espera-se que acelerem inovação para uma experiência consistente e direta do consumidor.”

fonte idgnow.com.br

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