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Archive for novembro, 2011

O perfil do empreendedor digital brasileiro

Segundo pesquisa, a maioria dos empreendedores digitais brasileiros não tem investidores capitalistas e vem de áreas de negócios, não de tecnologia.

Homens na faixa dos 30 anos, com elevado nível de escolaridade, formados em diversas áreas, que empreendem para fazer aquilo que gostam, residentes no eixo Sudeste/Sul do Brasil e sem acesso a investimento para iniciarem suas startups, a maioria mantém emprego para financiar com capital próprio.

Este é o perfil do empreendedor digital brasileiro, de acordo com pesquisa encomendada pelo Grupo RBS. A pesquisa aponta que a pirâmide social dos empreendedores digitais é diferente do perfil da população brasileira. Além de majoritariamente homens (75%) e com idade entre 20 e 30 anos (61%), identificou-se que 86% dos empreendedores digitais pertencem às classes A e B. Já entre a população brasileira, as mulheres são ligeiramente mais numerosas e a classe C é a maioria, inclusive entre os internautas.

Grande parte dos entrevistados (70%) busca nos cursos de pós-graduação o conhecimento para gerir seus negócios, principalmente em administração, gestão empresarial e marketing, preferência de 59% dos respondentes. “O meio digital no Brasil é identificado como mídia e atrai profissionais da área de Comunicação, diferente do que acontece em países em que os profissionais de Tecnologia é que dominam este segmento”, avalia Fábio Bruggioni, CEO de Internet e Mobile do Grupo RBS.

Além das características naturais de um entrepreneur, como criatividade, iniciativa e inovação, os empreendedores digitais brasileiros precisam ter uma boa visão estratégica e de modelos de negócio para se adaptar ao mercado e pagar as contas no fim do mês.

As principais dificuldades que eles encontram são a falta de investidores, e a falta de mão de obra qualificada, principalmente de em tecnologia. “A pesquisa mostra que a falta de investimentos e de políticas de incentivo do governo faz com que os empreendedores deixem a inovação em segundo plano”, destaca Fabio Bruggioni. “Para viabilizar seu negócio, o profissional precisa colocar sua ideia em prática rapidamente para ter retorno e, no mínimo, conseguir se manter, não sobrando tempo nem recursos para investir em inovação”, acrescenta o CEO. A maior motivação indicada pelos entrevistados para empreender é trabalhar com o que gosta (79%).

fonte: bit.ly/setgfc

Facebook deve lançar smartphone próprio no final de 2012

O Facebook fechou uma parceria com a HTC para desenvolver o seu primeiro smartphone, totalmente integrado à rede social, de acordo com reportagem publicada no blog All Things Digital, vinculado ao jornal The Wall Street Journal. Batizado de “Buffy”, o aparelho deve rodar uma versão modificada do Android em que o Facebook estará profundamente integrado.

Segundo as fontes do blog, o sistema operacional do Buffy suportará também aplicativos baseados em web (web apps) desenvolvidos em HTML5. O Facebook teria optado pela HTC para fabricar o novo aparelho recentemente, depois de analisar uma proposta da Samsung. No início deste ano, a HTC lançou um aparelho com um botão físico dedicado para acesso ao Facebook.

O primeiro aparelho do Facebook estaria planejado para 12 ou 18 meses a partir da parceria com a HTC, o que significa que o smartphone chegaria às primeiras lojas entre o final de 2012 e metade de 2013. Em comunicado, o Facebook não confirmou a parceria, nem o smartphone, mas afirmou que “todo o dispositivo móvel é melhor se estiver profundamente integrado com as redes sociais”. A HTC não comentou o fato.

Atualmente, o Facebook possui cerca de 350 milhões de usuários que acessam a rede social diariamente por meio de smartphones e tablets. No total, o Facebook reúne cerca de 800 milhões de pessoas em todo o mundo. Até agora, a rede social só era usada em smartphones por meio do aplicativo oficial ou versão móvel do site. Em alguns aparelhos, a integração do sistema operacional com a rede social permite que o usuário envie fotos para o Facebook a partir do aplicativo nativo de fotos.

fonte: bit.ly/rPUyxS

Semana do Empreendedorismo – O que é empreendedorismo?

Algumas pessoas já nascem com maior qualificação para o empreendedorismo. Outras não tem tantos talentos inatos, mas isso não quer dizer que não possam aprender e desenvolver esses talentos. Esse desenvolvimento é fundamental para toda pessoa que almeja implantar e gerir um pequeno negócio.

Podemos perguntar, então, em primeiro lugar:

O que torna uma pessoa empreendedora?

Quais são os elementos essenciais da capacidade empreendedora?

Os diversos estudiosos do assunto reconhecem que os empreendedores têm algumas características básicas:

Iniciativa – São pessoas que não ficam esperando que os outros (o governo, o empregador, o parente, o padrinho) venham resolver seus problemas. Pessoas que começam coisas novas, iniciam. A iniciativa, enfim, é a capacidade daquele que, tendo um problema qualquer, age: arregaça as mangas e parte para a solução.

Auto-confiança – O empreendedor tem auto-confiança, isto é, acredita em si mesmo. Se não acreditasse, seria difícil ele tomar a iniciativa. A crença em si mesmo faz o indivíduo arriscar mais, ousar, oferecer-se para realizar tarefas desafiadoras, enfim, torna-o mais empreendedor.

Aceitação do risco – O empreendedor aceita riscos, ainda que seja muitas vezes cauteloso e precavido contra o risco, a verdade é que ele o aceita em alguma medida.

Sem temor do fracasso e da rejeição – O empreendedor fará tudo o que for necessário para não fracassar, mas não é atormentado pelo medo paralisante do fracasso. Pessoas com grande amor próprio e medo do fracasso preferem não tentar correr o risco de não acertar – ficam, então, paralisadas.

Decisão e responsabilidade - O empreendedor não fica esperando que os outros decidam por ele. Ele toma decisões e aceita a responsabilidade que acarretam.

Energia – É necessária uma dose de energia para se lançar em novas realizações, que usualmente exigem intensos esforços iniciais. O empreendedor dispõe dessa reserva de energia, vinda provavelmente de seu entusiasmo e motivação.

Auto-motivação e entusiasmo - Pessoas empreendedoras são capazes de auto-motivação relacionada com desafios e tarefas em que acreditam. Não necessitam de prêmios externos, como compensação financeira. Igualmente, por sua motivação, são capazes de entusiasmarem-se com suas idéias e projetos.

Controle – O empreendedor acredita que sua realização depende de si mesmo e não de forças externas sobre as quais não tem controle. Ele se vê como capaz de controlar a si mesmo e de influenciar o meio de tal modo que possa atingir seus objetivos.

Voltado para equipe – O empreendedor em geral não é um fazedor, no sentido obreiro da palavra. Ele cria equipe, delega, acredita nos outros, obtém resultados por meio de outros.

Otimismo – O empreendedor é otimista, o que não quer dizer sonhador ou iludido. Acredita nas possibilidades que o mundo oferece, acredita na possibilidade de solução dos problemas, acredita no potencial de desenvolvimento.

Persistência – O empreendedor, por estar motivado, convicto, entusiasmado e crente nas possibilidades, é capaz de persistir até que as coisas comecem a funcionar adequadamente.

Fonte: http://bit.ly/hssk6G

Semana do Empreendedorismo – Empreendedores podem mudar o mundo

O que é ser um empreendedor?

Empreendedores são pessoas que pensam em redesenhar as regras do jogo do mercado. São pessoas que criam os ‘oceanos azuis’ de novas idéias e soluções para problemas antes não atendidos ou necessidades não percebidas.

Empreendedores podem mudar o mundo. Eles mudam comportamentos. Eles são agentes inovadores que sabem que uma idéia é apenas uma idéia e que uma solução é a execução de uma idéia de forma sustentável emitindo mais e melhores notas fiscais.

Em um mundo em eterno estado ‘beta’, o saber improvisar diante o imprevisível é umas das habilidades do empreendedor. O estável para ele é que a mudança é uma constante. Empreendedores inovam e sabem que a inovação é sempre impermanente, imperfeita, imcompleta.

Empreendedores são vetores de mudança do comum.

Escrito por Ed Dantas (conselheiro do CITi).

Estudo diz que crianças gamers são mais criativas

Após realizar um estudo com quase 500 crianças de 12 anos, pesquisadores da Michigan State University descobriram que aquelas que jogam mais videogame são as que se tornam mais criativas em tarefas como desenhar ou escrever histórias. Em contrapartida, usar celulares, computadores e navegar no internet não parece ter tido o mesmo efeito sobre os pequenos.

Os números mostraram ainda que os meninos jogam mais do que as meninas e que eles preferem os títulos com mais violência e aqueles de esportes, enquanto que elas passam mais tempo em jogos com interações com outros personagens e/ou pessoas, porém, independente do estilo, os games foram considerados a única tecnologia capaz de aumentar a criatividade.

Segundo Linda Jackson, professora de psicologia e líder do projeto, o resultado mostra a relação entre a tecnologia e a criatividade e isso deveria motivar os game designers a identificar aspectos dos jogos eletrônicos que seriam responsáveis por incentivar a criatividade, diminuindo assim a distância entre a educação e o entretenimento.

É interessante saber que no meio de tantos estudos que apontam os games como formadores de psicopatas surja um que mostre que eles podem trazer coisas positivas para as pessoas. Só é triste constatar que o resultado de uma pesquisa como essa dificilmente será divulgado num Jornal Nacional.

fonte: http://bit.ly/rpgt87

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