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Reciclagem de PC e periféricos
fonte: Exame Informática
Americanos veem seis desafios para os “nerds” brasileiros
Nos últimos dias, um grupo de aproximadamente 50 investidores e empreendedores internacionais – a maioria do Vale do Silício – veio ao Brasil conhecer novas ideias de negócios digitais que estão sendo desenvolvidas no País. Eles participaram de workshops, almoços e confraternizações. O iG acompanhou a passagem do grupo por São Paulo e conversou com diversos integrantes da comitiva para entender a visão que tiveram da cena tecnológica brasileira. O balanço geral é positivo – nas palavras de Bedy Yang, organizadora do projeto, “eles ficaram com a impressão de que qualquer um tem uma boa ideia aqui”. Porém, alguns desafios que o Brasil precisa superar foram mencionados. Abaixo, um resumo daqueles que parecem ser os gargalos percebidos pelo grupo estrangeiro para o avanço do ambiente de negócios digitais no País.

Desenvolvedores muito técnicos
É comum ouvir que os programadores brasileiros são bons, mas não têm conhecimentos em negócios. Sabem escrever códigos, mas não transformá-los em lucro. Segundo Wenceslao Casares, argentino que se tornou empreendedor de sucesso no Vale do Silício, além de deficiências na formação acadêmica, como “na América Latina existe pouco capital de risco para empresas digitais, os desenvolvedores de tecnologia estão menos acostumados a tratar de negócios”.
Falta capital para começar
Já existem grupos de “investidores anjos” no País focados em mercado digital. Eles colocam em média R$ 1 milhão em empresas tecnológicas nascentes. Mas quase não existe um tipo de capital popular no Vale do Silício que fica, digamos, entre o dinheiro que o cunhado emprestou para o negócio começar e os investidores anjo. Nesse modelo, o grupo de investimento de Dave McClure, organizador da comitiva que veio ao Brasil, já colocou fundos em 120 iniciativas americanas – em média, eles apostam US$ 75 mil em cada.
Depois, falta “saída”
Quando uma empresa passa do nível de investimento anjo para outro, mais alto, no qual poderia receber aportes de fundos do tipo Venture Capital (fundos de investimento em empresas fechadas), as opções também são limitadas. Fontes da área afirmam que alguns anjos, prontos para vender suas participações em empresas que já amadureceram, estão com dificuldades para encontrar essas “saídas” – no jargão financeiro – e, por isso, ficam limitados para ajudar novas iniciativas.
Falta mais gente que faça
Um caso ocorrido durante a visita dos investidores ao Brasil ilustra bem a situação. Um empreendedor brasileiro foi conversar com um americano para tentar resolver o problema de uma plataforma tecnológica que está usando aqui. Acabou descobrindo que o tipo de profissional que precisa para seu negócio simplesmente não existe no Brasil. O americano viu ali uma oportunidade: como possui profissionais que fazem esse tipo de serviço, vai investir em marketing no Brasil, para prestar serviços aqui. “Existem 92 mil vagas em aberto no mercado nacional de tecnologia”, estima o brasileiro da conversa.
Falhar, aqui, não é “ok”
A América Latina ainda condena os empreendedores que falham ao tentar levar um negócio ao sucesso. Para os investidores, a cultura – popular no Vale do Silício – de “falhar faz parte” é uma das principais responsáveis pelo sucesso do empreendedorismo na região.
Faltam casos de sucesso
No Brasil, poucos são os casos de empreendedores da internet que chegaram lá. Por “chegar lá”, entenda-se passar por sucessivas rodadas de investimento na empresa, feitas em momentos oportunos, para que ela cresça a ponto de competir internacionalmente. Quase sempre, o serviço de comércio eletrônico Buscapé é citado como um caso do tipo. E só.
fonte: economia.ig.com.br
Conheça dicas básicas para navegar com segurança na internet
Malwares, phishing, vírus, spywares… são tantos termos (e em sua maioria, em inglês) que para alguns usuários fica difícil entender o perigo em potencial que essas pragas cibernéticas representam de verdade. Veja abaixo quais ameaças podem aparecer enquanto você navega na internet:
Phishing: é o golpe que usa e-mails ou sites fraudulentos – com cara de verdadeiros ou muito similares aos originais – como isca para roubar dados pessoais. A vítima clica no endereço falso e um código malicioso é instalado na máquina. Ao digitar a senha e login, julgado que se trata de um site verdadeiro, o usuário acaba fornecendo sem perceber essas informações aos criminosos.
O que fazer? Sempre digite o endereço direto no navegador. Preste atenção no endereço: sites que iniciam com https:// usam um protocolo de segurança verificado. Nunca forneça informações pessoais se não tem certeza que um site ou link é confiável.
Spyware: do inglês, “spy” significa espionar. São programas que se instalam num computador sem que o usuário perceba, às vezes junto a um outro software que estava sendo baixado. Eles recolhem informações sobre o usuário, como hábitos de navegação, e as transmitem remotamente para outro computador.
O que fazer? Usar um firewall é recomendável, pois o programa vai identificar tentativas de instalação de programas sem seu consentimento. Não clique em caixas de diálogo suspeitas. Geralmente, o programa espião se disfarça em “oferta gratuita”. Desconfie!
Malware: do inglês, “malicious software”, ou programa malicioso. Vem disfarçado em anexos de e-mails e mensagens instantâneas e podem conter vírus, cavalos de troia e “vermes” que danificam o sistema do computador. Eles podem até enviar a si mesmos – e automaticamente – para sua lista de contatos.
O que fazer? Nunca abra anexos nem clique em links na web enviados por desconhecidos. Se for enviado por um colega ou familiar, mas você estiver desconfiado, entre em contato com a pessoa antes e confirme se ele lhe enviou aquele conteúdo. Se receber o link suspeito pela janela do programa de chat, encerre a sessão da mensagem.
Spam: é todo tipo de mensagem que você não deseja receber – e na maioria dos casos, nem ao menos se cadastrou e autorizou o seu envio. Algumas mensagens contém linguagem ofensiva e sugerem links para sites de terceiros.
O que fazer? Recuse mensagens de contatos que não estão na sua lista, marcando-os como spam (muitos serviços de e-mail oferecem essa ferramenta). Evite preencher cadastros online se o site não declara o que fará com seus dados, nem solicita sua autorização para enviar mensagens.
fonte: tecnologia.uol.com.br
O que é PHP?
PHP é uma linguagem que permite criar sites WEB dinâmicos, possibilitando uma interação com o usuário através de formulários, parâmetros da URL e links. A diferença de PHP com relação a linguagens semelhantes a Javascript é que o código PHP é executado no servidor, sendo enviado para o cliente apenas html puro. Desta maneira é possível interagir com bancos de dados e aplicações existentes no servidor, com a vantagem de não expor o código fonte para o cliente. Isso pode ser útil quando o programa está lidando com senhas ou qualquer tipo de informação confidencial. O que diferencia PHP de um script CGI escrito em C ou Perl é que o código PHP fica embutido no próprio HTML, enquanto no outro caso é necessário que o script CGI gere todo o código HTML, ou leia de um outro arquivo.
Como surgiu a linguagem PHP?
A linguagem PHP foi concebida durante o outono de 1994 por Rasmus Lerdorf. As primeiras versões não foram disponibilizadas, tendo sido utilizadas em sua home-page apenas para que ele pudesse ter informações sobre as visitas que estavam sendo feitas. A primeira versão utilizada por outras pessoas foi disponibilizada em 1995, e ficou conhecida como “Personal Home Page Tools” (ferramentas para página pessoal). Era composta por um sistema bastante simples que interpretava algumas macros e alguns utilitários que rodavam “por trás” das home-pages: um livro de visitas, um contador e algumas outras coisas.
Em meados de 1995 o interpretador foi reescrito, e ganhou o nome de PHP/FI, o “FI” veio de um outro pacote escrito por Rasmus que interpretava dados de formulários HTML (Form Interpreter). Ele combinou os scripts do pacote Personal Home Page Tools com o FI e adicionou suporte a mySQL, nascendo assim o PHP/FI, que cresceu bastante, e as pessoas passaram a contribuir com o projeto.
Estima-se que em 1996 PHP/FI estava sendo usado por cerca de 15.000 sites pelo mundo, e em meados de 1997 esse número subiu para mais de 50.000. Nessa época houve uma mudança no desenvolvimento do PHP.
O que pode ser feito com PHP?
Basicamente, qualquer coisa que pode ser feita por algum programa CGI pode ser feita também com PHP, como coletar dados de um formulário, gerar páginas dinamicamente ou enviar e receber cookies.
PHP também tem como uma das características mais importantes o suporte a um grande número de bancos de dados, como dBase, Interbase, mSQL, mySQL, Oracle, Sybase, PostgreSQL e vários outros. Construir uma página baseada em um banco de dados torna-se uma tarefa extremamente simples com PHP.
Além disso, PHP tem suporte a outros serviços através de protocolos como IMAP, SNMP, NNTP, POP3 e, logicamente, HTTP. Ainda é possível abrir sockets e interagir com outros protocolos.
fonte: www.oficinadanet.com.br
Python – Entenda a tecnologia
Marcel Caraciolo, nosso instrutor de Python da XVI Jornada de Cursos CITi , elaborou esse excelente post sobre Python. Esperamos que vocês gostem e tirem suas dúvidas em relação a essa poderosa linguagem de programação.
Quais foram suas primeiras impressões quando começou a programar em Python? Qual era a linguagem de programação que você utilizava antes?
Eu comecei a ter o meu primeiro contato com Python desde 2007 quando um amigo meu de faculdade me apresentou esta linguagem quando ele esteve na Alemanha. Ele me falava bastante desta linguagem, comentando que a mesma era poderosa e que com poucas linhas de código você era capaz de construir sistemas e programas bem poderosos. Uma das coisas que mais me impressionou em Python foi a simplicidade da linguagem que aumentou significativamente a produtividade quando eu queria desenvolver algo. Quando comecei a escrever os meus programas em Python, vi que reduziu pela metade o tempo de desenvolvimento em comparação a outras linguagens que usava.
Anteriormente, eu já havia programado com Java. Mas quando conheci Python vi que uma das suas principais características que é a legibilidade de código me chamou muito a atenção, especialmente quando você vai revisar códigos de terceiro. Dependendo do desenvolvedor, os códigos de Java tem que ser meio que ‘decifrados’. Em Python, por usar identação o desenvolvedor é levado a escrever os códigos de uma maneira mais estruturada. Isso dá uma maior facilidade ao desenvolvedor em entedimento de código e até futuras manutenções.
Onde se pode programar Python?
Python é uma linguagem de programação poderosa e bem flexível. Ela tem características de diversos paradigmas de programação como Orientação a Objetos, Funcional e Imperativa. Além de ser uma linguagem de script dinâmica que permite a construção de pequenos scripts para automação de tarefas, passando por sistemas web, cliente-servidor , desktop e até sistemas embarcados e aplicações científicas. Como exemplo, podemos falar da Nasa que usa Python e outras grandes empresas multi-nacionais que utilizam Python em seus projetos.
O Python pode ser integrado a outras linguagens de programação e ferramentas. Quais são as principais? O que estas integrações oferecem?
Python tem um conceito muito interessante chamado ‘Batteries Included’, isto é, ela possui uma biblioteca padrão muito poderosa que assim que você instala o SDK, você já tem acesso a milhares de funcionalidades para os diversos tipos de necessidades que venham surgir durante o desenvolvimento de uma aplicação. Por exemplo, o Python SDK já vem com uma biblioteca que suporta já um mini-gerenciador de banco de dados nativo sqlite3, ou seja, você não precisa instalar um banco de dados para dar suporte a banco de dados à sua aplicação. Ele já vem pronto com Python, basta importar o módulo específico e começar a definir a modelagem do seu banco.
Outro fator importante é que Python é open-source, ou seja seu código pode ser facilmente extendido. Os desenvolvedores podem construir extensões para Python caso não seja encontrado um módulo que atenda suas necessidades ou até por questões de desempenho. Muitos desenvolvedores constroem seus módulos em C/C++ e usam Python como um wrapper (API) de comunicação com seus módulos devido à sua facilidade de uso e legibilidade. Hoje já existem várias extensões que possibilitam a comunicação de Python com .NET, Matlab, Java, entre outros. Realmente Python hoje pode ser integrado com várias ferramentas, e quando não, ela permite ao desenvolvedores a extensão.
A comunidade Python ainda não é muito conhecida. Qual a melhor maneira de fazer com que o Python seja mais explorado? O que ainda falta para convencer os programadores sobre o poder do Python?
Eu acredito que isto está sendo mudado. Acredito que no Brasil Python é ainda muito incipiente nas empresas de tecnologia do país, mas estamos experimentando uma nova realidade. Bastamos ver alguns exemplos brasileiros como a Globo.com, governo federal que acreditam em Python e usam em seus projetos importantes. Até aqui em Recife mesmo temos a empresa Orygens que vem desenvolvendo uma rede social para concurseiros AtePassar feita em Python e Django. Tem mercado para python e acredito que é necessário investir em um marketing positivo, ou seja convencer as pessoas que estão em posição de decisão, de que Python é uma alternativa viável, escalável, poderosa e barata dentre as opções existentes no mercado atualmente.
Para este processo de conversão nós temos uma comunidade brasileira de Python fantástica. Temos uma Associação de desenvolvedores de Python no Brasil (APyB) que promove anualmente uma conferência brasileira da comunidade de Python que sempre atrai nomes mundiais da programação e uma excelente audiência e aqui em Pernambuco mesmo temos o nosso grupo local, do qual comento e faço parte que é o PUG-PE. Um grupo de desenvolvedores que vem a promover localmente eventos e uma caravana de envagelização por diversas faculdades pernambucanas visando integrar estudantes das diversas universidades, empresas interessadas e que já desenvolvem com a linguagem Python e professores/pesquisadores interessados.
Links Úteis:
http://pugpe.wordpress.com/
http://www.pythonbrasil.org.br/2010
http://groups.google.com/group/pug-pe


