Radar CITi

Flower

Posts Tagged ‘integrado’

Flávio Vasconcelos fala sobre o EPEEJ

Por Flávio Vasconcelos, presidente Institucional do CITi

De 12 a 15 de Novembro, ocorreu na ilha de Itamaracá o VI
Encontro Pernambucano de Empresas Juniores
com o tema: “Capacitando Pessoas”.
Este encontro marcou o retorno de Pernambuco ao cenário do Movimento Empresa Junior brasileiro!
Contamos a participação de mais de 150 empresários juniores de diversos estados do Brasil como: Pernambuco, Sergipe, São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Ceará, Minas Gerais, Paraíba e Alagoas. O que contribuiu para uma rica troca de experiências entre realidades diferentes, cursos diferentes, pessoas totalmente diferentes.
A programação científica contou com palestrantes da Claro, Microsoft e UFPE, além disso, tivemos diversos cases de sucesso das empresas juniores e federações sendo apresentados, assim como várias rodadas de discussão sobre o tema do evento e sobre as mais diversas áreas de atuação das empresas juniores.
Como não poderia deixar de ter em um encontro jovem, a partir das 23 horas, tínhamos festas no hotel para descontrair o clima de trabalho e palestras, mas tudo bem organizado e com hora certa para acabar, apesar da organização sofrer para encerrar a música e mandar todos dormirem!

Pelo evento ter sido feito em um hotel ao lado do Forte Orange, na Coroa do Avião, reservamos uma tarde para que todos pudessem conhecer a região a bordo de um catamarã, o passeio foi muito elogiado, principalmente pelos congressistas de fora do estado.
Para resumir, o evento foi um sucesso, o maior benefício foi que por ter sido realizado em nosso estado, possibilitou a ida de uma grande quantidade de empresários juniores pernambucanos, por não ter custo com passagem aérea, e o benefício dessa imensa participação é algo que iremos medir nos próximos meses, mas estava claro já no evento a grande motivação e quantidade de ideias que surgiram a todo momento. Todos os congressistas elogiaram muito o evento, principalmente a comida que estava sensacional, e a pontualidade do evento, que foi algo bastante buscado por todos da organização.

Participar da organização de um evento como esse foi, para mim, uma experiência fantástica! Hoje vejo que todos os erros e falhas que ocorreram serviram de aprendizado e me sinto extremamente preparado e motivado para organizar outros eventos deste porte. Aconselho todos que puderem, à participar da organização dos próximos encontros pernambucanos, pois vale muito a pena!

Este é o resumo do que foi o EPEEJ 2010, não dá para descrever todo o sentimento de chegar na cerimônia de encerramento e se sentir realizado em ter participado de um evento tão bom! A equipe organizadora ficou extremamente unida durante essa jornada, e nós Agora é só esperar o EPEEJ 2012, que vai ser ainda melhor!

flavio.vasconcelos@citi.org.br

XVI Jornada de Cursos

Clique aqui para maiores informações!

A Jornada de Cursos é uma iniciativa do CITi, Empresa Júnior do Centro de Informática, centro de excelência da UFPE. No período de duas semanas, normalmente no mês de férias, vários cursos relacionados a novas tecnologias são oferecidos. A Jornada tem como objetivo principal capacitar interessados em novas tecnologias para que estejam aptos a ingressar no mercado de trabalho.

A Jornada de Cursos CITi já está em sua décima sexta edição e a cada dia vem se tornando referência regional no ensino de novas tecnologias. Mais de 1600 pessoas já realizaram nossos cursos.

Os cursos aliam instrutores bem preparados, ótima infra-estrutura com salas bem equipadas com um computador para cada aluno e ótimo preço. Nossos preços, bem abaixo dos praticados pelo mercado, são garantidos pelo caráter sem fins lucrativos que o CITi, como Empresa Júnior, possui.

A XVI Jornada de Cursos CITi acontecerá entre os dias 17 e 28 de Janeiro de 2011. E não perca o valor promocional até 31/12/2010. Após essa data haverá acréscimo de 10,00 em cada curso.

Neste semestre teremos os seguintes cursos:

Links úteis:

- Site da Jornada de Cursos;

- Site do CITi;

- RadarCITi (twitter);

- Facebook;

- Flickr.

Locus, membros do CITi concorrem a prêmio

Estreitar a relação público/empresa. Eis um dos grandes entraves que foi percebido por um grupo de estudantes do Centro Integrado de Tecnologia da Informação (CITi), empresa júnior do Centro de Informática (CIn) da UFPE, e transformado em objeto de criação. Inventaram, portanto, uma rede em tempo real que estabelece um relacionamento entre o público e as empresas locais, o Locus, um dos três projetos que concorre ao Prêmio Pernambuco Inovador 2010.

A ideia do projeto é montar um modelo de presença para as empresas nas redes sociais de forma efetiva. “Nossa solução é estruturada em cima de três pilares fundamentais para o estabelecimento do modelo de presença: localização das empresas nas cidades, personalização de suas mídias e o monitoramento do boca-boca na rede”, explica o presidente do CITi e gerente de negócios do Locus, Flávio Vasconcelos.

Segundo ele, a ideia surgiu em novembro de 2009. “Discutimos muito, debatemos várias possibilidades,”recorda Flávio. Além dele, Arthur Elihimas, Diego Phoenix MenorEdemilson Dantas e Eudes Cavalcanti integram o grupo.

O Locus possui 120 perfis de Twitter cadastrados de empresas locais atuando no Recife. As categorias que agrupam essas empresas são: bares e restaurantes, colégios e cursos, varejo, shoppings, cinemas, entre outros. Assim, também resolver o problema das empresas de entrar nas redes sociais, saber se portar nelas, traçar estratégias ao seu público alvo, monitorar suas ações e, inclusive, prestar consultoria especializada.

O Prêmio Pernambuco Inovador tem como objetivo estimular as ideias inovadoras baseadas na TI. “É importantíssimo não só para conseguirmos a incubação, mas também para ganharmos a divulgação e para termos um prêmio no currículo do projeto. Isso é um diferencial quando formos concorrer a investimentos maiores”, cita ele.

fonte: http://www.diariodepernambuco.com.br

Vai votar? Conheça a tecnologia das urnas

Mais de 134 milhões de brasileiros vão às urnas depositar em bytes sua escolha para o futuro do País. Os eleitores foram se acostumando nos últimos 14 anos a trocar a urna de lona pela urna eletrônica, garantindo rapidez no processo de votação e a chance de conhecer, horas depois do fechamento das seções, o resultado da eleição.

O sistema eletrônico de votação foi totalmente desenvolvido no País. Uma tecnologia que o Brasil exporta. Alguns países da América Latina já utilizaram nossas urnas nos seus processos eleitorais, como Argentina, Equador, México e Paraguai.

Mas o que acontece com o seu voto depois que você o digita na urna? Entre as discussões sobre a segurança do processo e da evolução da tecnologia nas eleições brasileiras, explicamos como sua escolha sai da urna e chega aos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O caminho do seu voto

A partir do momento que você deposita seu voto na urna, ele inicia uma longa viagem. Cada voto é depositado de forma aleatória em uma tabela dentro de um cartão de memória, o que garante o sigilo do seu voto. Assim que a urna é encerrada, é impresso um boletim de urna, tornando o resultado de conhecimento público assim que a seção é finalizada.

Os votos são gravados em um cartão de memória ou um disquete – assinado digitalmente e criptografado – e levado até um ponto de transmissão, normalmente um cartório eleitoral. Já que nenhuma urna é ligada em rede, esse local é que transmite as informações para o Tribunal Regional Eleitoral, que confere a assinatura digital, decifra a mensagem criptografada e totaliza os votos. Os votos para presidente são enviados para o TSE, que soma os votos do Brasil inteiro. A tecnologia é tamanha que são processados cerca de 300 mil votos por minuto.

Depois de contados, os votos são imediatamente publicados na internet. Os tribunais divulgam as prévias até o momento de conhecer, em definitivo, o resultado final da eleição.

Segurança

O que mais preocupa qualquer processo eleitoral – informatizado ou não – é a segurança. Para garantir total transparência, as urnas e os programas passam por uma bateria de testes, auditorias e assinaturas digitais para que não ocorra nenhuma fraude. Mesmo assim, o sistema gera dúvidas em alguns especialistas.

“A urna eletrônica brasileira é totalmente segura contra ataques de fora, mas o que preocupa o mundo inteiro é a fragilidade para ataques de dentro, de pessoas do TSE ou de empresas terceirizadas”, afirma o professor do Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas Jorge Stolfi. Segundo ele, falta uma forma de se fazer a conferência dos votos sem depender da máquina. Uma das soluções apontadas por ele seria a impressão do voto. “Não existem dispositivos que permitam a recontagem dos votos. Se houver suspeita de fraude, não há como conferir. Se não há como conferir, a urna perde o valor, ela é à prova de provas”, diz Stolfi.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, afirma que o sistema é seguro. “Os programas usados na urna são assinados digitalmente, e uma das cópias é guardada em um cofre no TSE. Se houver suspeita de fraude, é feita a conferência com a versão que está no Tribunal. Se o programa for alterado, a assinatura digital não vai conferir”, diz o secretário. Mesmo assim, uma lei aprovada determinou que, a partir de 2014, a urna terá que imprimir o voto para uma eventual recontagem.

Além disso, uma votação paralela é realizada no dia da eleição. Até quatro urnas são sorteadas por Estado, de forma aleatória, e os equipamentos são levados para um ambiente totalmente controlado por fiscais, representando a Ordem dos Advogados do Brasil, o Ministério Público e os partidos políticos. Simultaneamente ao processo de votação, é feita uma eleição idêntica nesse ambiente, com o controle por imagem de todos os votos registrados na urna. Assim que termina o processo, os votos paralelos são apurados para ver se o resultado corresponde ao que foi digitado. “Até hoje, nenhuma das votações paralelas apontou discordância”, afirma Janino.

O TSE enfrenta 400 mil ataques de hackers por minuto no dia da eleição. Uma medida para se defender desse bombardeio foi tomada no ano passado. Foi dada a oportunidade para que potenciais hackers tentassem burlar a segurança da eleição. Dos 38 especialistas que tentaram, por quatro dias, quebrar algum dispositivo de segurança do Tribunal, nenhum teve sucesso. E as ideias apresentadas por eles ainda deverão contribuir para o aperfeiçoamento tecnológico da votação.

As novidades deste ano

São duas as novidades nas eleições deste ano. A primeira delas é o voto biométrico. Mais de 1 milhão de eleitores só irão votar depois de serem identificados pela impressão digital, que foi coletada por um scanner de alta definição durante este ano. No dia da votação, o leitor biométrico deverá confirmar a identidade do eleitor, comparando o dado fornecido com todo o banco de dados registrado nos programas da urna eletrônica, garantindo mais segurança ao processo. A ideia é que até 2018 todos os municípios utilizem essa tecnologia.

“Essa tecnologia diminui ainda mais a intervenção humana, que pode gerar lentidão, erros e fraudes. Em vez do mesário fazer uma análise subjetiva da documentação e identificação do eleitor. A biometria elimina a possibilidade de uma pessoa se passar por outra“, afirma Janino.

A segunda novidade vem resolver um problema do tamanho do Brasil: o tamanho do Brasil. Mais de 1,2 mil seções em 400 municípios transmitirão via satélite os votos para totalização. Isso resolve a distância e a dificuldade de chegar e sair de algumas localidades, que chegam a ficar inacessíveis por dias. Como um dos objetivos do TSE é garantir a agilidade do processo eleitoral, se o percurso até um local de votação levar mais de três horas, um laptop e um aparelho de transmissão vão enviar as informações aos Tribunais Regionais Eleitorais. A partir daí, os dados entrarão em uma rede de comunicação de uso restrito, serão recebidos e totalizados.

Essa tecnologia permite que os votos dos recantos mais afastados do País possam ser conhecidos mais rapidamente. Com isso, poucas horas depois do fechamento das urnas, os brasileiros conhecem o futuro do país. Uma das marcas da democracia digital.

Polêmica

A autoria da urna eletrônica é um ponto polêmico do projeto, e motivo de disputa judicial. O pedido de patente dessa tecnologia também encontra-se em análise no Instituto Nacional de Propriedade Industrial até hoje.

O TSE diz que o projeto da urna eletrônica foi concebido por uma comissão instituída pelo Tribunal, composta por servidores da Justiça Eleitoral e consultores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Instituto Tecnológico de Aeronáutica e Ministério da Ciência e Tecnologia, e que a empresa vencedora da licitação apenas materializa esse projeto.

O engenheiro Carlos Rocha, que trabalhou na Omnitech, empresa subcontratada pela companhia vencedora da licitação para fabricar a primeira urna eletrônica, afirma que a urna foi criada por ele, e questiona na Justiça o reconhecimento à sua participação o processo ainda está correndo. Segundo o engenheiro, o TSE elaborou um conjunto de requisitos funcionais para que fosse elaborado o projeto da urna eletrônica pela empresa.

fonte: http://tecnologia.terra.com.br

Você sabe o que é Computação em Nuvem?

por Lucas Mendes de Oliveira, gestor de Marketing do CITi

Já faz algum tempo que o termo “Computação em Nuvem” é citado em todos os jornais, palestras, eventos que tem a ver com computação. Mas você sabe o que é Computação em Nuvem? As aplicações? Como funciona?  O impacto sobre você?  Tire suas dúvidas aqui.

Qual é a ideia?

A maioria das pessoas já usou computação em nuvem (Cloud Computing) e nem sequer notou. Se você, por exemplo, tem uma conta de e-mail no Gmail, Yahoo!, Hotmail ou usou algum serviço baseado exclusivamente na web, você “sabe” o que é  Computação em Nuvem. Com o advento do Google Docs, já é realidade fazer planilhas, editar textos, armazenar dados e criar slides de apresentação bastando acessar a internet e utilizar as ferramentas on-line. Não é necessario instalar nada no computador além do seu navegador.

Agora imagine isso em um nível muito maior, pegue seu computador todo e jogue na “nuvem” hardwares e softwares. Todo o armazenamento de dados e processamento necessário desde memória virtual(RAM) até vídeo virá da “nuvem”.

Qual as aplicações e impacto disso tudo?

Através dessa breve explicação, deve-se imaginar algumas mudanças de imediato.  Assim como seu e-mail, você poderá acessar o conteúdo do seu desktop em qualquer lugar do mundo bastando acessar a internet. O usuário não terá que investir em uma máquina potente dentro da sua casa.

Além disso, o aumento da inclusão de computadores em comunidades carentes, já que não é preciso investir em algo muito potente e caro, torna-se muito maior. Empresas podem economizar bastante dinheiro com softwares, por exemplo: toda a suíte de aplicativos que ela precisa poderia ser disponibilizada pela internet onde seus funcionários iriam acessar on-line.

Impedimentos

Como nem tudo é perfeito, os impedimentos são grandes. Saindo um pouco do universo virtual e indo para parte jurídica, que é bastante questionável,  de quem seriam os dados e serviços armazenados? Do usuário ou da empresa que fornece o serviço? Se for da empresa, caso haja algum erro ou perda de arquivos, como vamos arcar com prejuízos?

Essas questões delicadas já estão sendo discutidas em todo o mundo e já existem muitas divergências. Voltanto-se para computação, outro fator importante, para que a Nuvem seja viável, nossa conexão com a internet teria que ser extremamente rápida e apenas alguns países poderiam disponibilizar isso.

Conclusão

As idéias são ótimas, as aplicações inimagináveis e os problemas também. Impedimentos de segurança e da própria tecnologia são a maior barreira para entrarmos nesse mundo de vez. Algumas falhas recentes da Google deixam muitos empresários com um pé atrás de investir e armazenar seus dados confidenciais nas Nuvens. Porém, como muitos dizem, “A moda já pegou“, milhões de dólares foram investidos em pesquisas nas maiores empresas do mundo. Agora é esperar para ver, usar, criticar e curtir toda a gama de possibilidades que a Computação em Nuvem tem a oferecer.

lucas.mendes@citi.org.br