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Expresse-se!

No século V antes de Cristo, surge o primeiro manual sobre retórica. A arte de convencer, falar bem em público e influenciar pessoas foi tema de estudos de vários pensadores gregos como Aristóteles e Demóstenes e tem, desde então, um papel cada vez mais importante para aqueles que querem eliminar a ansiedade e o nervosismo como forma de dar voz a seus pensamentos.

Oratória é um curso voltado para aqueles que buscam melhorar a habilidade de estruturar e transmitir argumentos de forma eficiente visando maior desenvoltura em público e explorando conceitos de comunicação e memorização. O instrutor é Marcos Rodrigues, graduando em Psicologia e sócio fundador do Instituto Guia de Ação.

C.E.P.A (Como elaborar palestras e apresentações) é um curso focado no conteúdo das apresentações. Estratégias de abordagem, análise de público e formatos de apresentações são alguns dos temas do curso ministrado pela A.C.E Consultoria Jr, que inclui testes práticos para que os alunos experimentem o que foi aprendido.

Os dois cursos são uma ótima oportunidade para alavancar sua carreira profissional e melhorar suas habilidades de falar em público. Acesso o site da 21º Jornada de Cursos do CITi e se inscreva agora.

XVII Jornada de Cursos CITi

XVII Jornada de Cursos CITi

XVII Jornada de Cursos CITi

A cada semestre o CITi, Empresa Júnior do Centro de Informática(UFPE), fornece uma grande oportunidade para qualquer pessoa que tenha interesse em aprender uma nova tecnologia ou desenvolver habilidades no ramo empresarial.

Essa oportunidade é a Jornada de Cursos CITi.

A Jornada CITi está em sua décima sétima edição e já é uma referência regional no ramo de cursos. Cerca de 2000 pessoas já foram capacitadas por ela.

Os cursos aliam instrutores e monitores bem preparados, ótima infraestrutura e salas bem equipadas, com um computador para cada aluno. Nossos preços, bem  abaixo dos praticados pelo marcado, são garantidos pelo caráter sem fins lucrativos que o CITi, como Empresa Júnior, possui.

A XVII Jornada de Cursos CITi acontecerá entre os dias 11 e 22 de Julho de 2011.

Conheça os nossos cursos.

E as inscrições já estão abertas aqui.

Veja diferenças entre cursos na area de informatica

O setor de tecnologia da informação é um dos que mais sofrem com falta de mão de obra. Trata-se de um gargalo que trava o crescimento de empresas de diversos setores que, por sua vez, limitam uma perspectiva ainda maior de crescimento econômico e distribuição de renda no Brasil.
É possível afirmar, portanto, que um profissional formado em computação e informática tem grandes chances de colocação no mercado e, acrescendo diferenciais ao seu currículo, pode ter uma faixa salarial de ótimo padrão.

Muitos estudantes, no entanto, não sabem qual curso devem seguir e que área do mercado é atendida por cada profissional, o que gera dúvidas, confusão e, muitas vezes, tempo e recursos financeiros desperdiçados por parte dos alunos.

Cada curso

O diretor da Faculdade de Informática da PUCRS, Avelino Zorzo, explica a distinção entre os cursos existentes atualmente.

* Ciências da Computação: é o curso central da área de TI. O aluno tem conhecimento sólido em diversas áreas, por exemplo, sistemas operacionais, redes de computadores, programação, engenharia de software, banco de dados, modelagem de sistemas, compiladores, podendo também ter conhecimentos mais específicos em entretenimento digital, computação gráfica, sistemas formais, computação em nuvem, entre outros. Ele pode atuar tanto em uma empresa da área de TI como em uma empresa fortemente dependente de TI. Pode desenvolver tanto software básico quanto software aplicado.

* Engenharia de Computação: é um curso que possui grande relação entre TI e Engenharia. O aluno terá sólido conhecimento nas áreas da matemática, processamento de sinais, microeletrônica, sistemas de controle, programação, arquitetura de computadores, sistemas operacionais e redes de computadores. Ele irá atuar na interface entre o software e o hardware em sistemas de automação, podendo desenvolver tanto o software quanto o hardware. Na linha de software, o profissional desta área irá desenvolver software básico.

* Sistemas de Informação: este curso possui uma forte formação na área de TI e tangencia algumas áreas de administração de empresas. O aluno tem conhecimento sólido na área de programação, engenharia de software, gerência de projetos, infraestrutura de TI, governança de TI, gestão de pessoas. Ele irá atuar no desenvolvimento de sistemas para empresas dependentes da área de TI, sempre voltado para solução de problemas alinhado ao negócio da empresa, uma vez que tem conhecimentos na área de administração de empresas.

* Administração com ênfase em informática: são voltados para gestão de recursos da área de TI, entretanto, estes cursos formam administradores que possuem conhecimentos de sistemas e infraestrutura de TI, mas não sobre a parte técnica ou de construção e desenvolvimento de sistemas e infraestrutura de TI.

* Tecnólogos: os cursos tecnológicos, em geral com duração de 2 anos, preparam os profissionais para uma área específica da tecnologia da informação, por exemplo, redes de computadores ou banco de dados. Estes profissionais atendem uma demanda imediata do mercado, entretanto têm dificuldade de mudar de área, necessitando, em geral, de nova formação.

Demanda

Segundo o diretor da faculdade de informática da PUCRS, em todas as áreas citadas há carência de profissionais. “Um bom profissional na área de TI tem emprego garantido, podendo muitas vezes escolher a empresa que deseja atuar”, relata.

Ele lembra que a tecnologia da informação está em todos os setores da economia, já que não existe nenhum segmento que não precise da área. “Atualmente, diversas empresas têm investido no Brasil devido à qualidade do profissional que existe, competindo fortemente com as empresas brasileiras, que hoje conseguem exportar software e serviços no mesmo nível, ou melhor, de qualidade”, exalta.

Perfil

Segundo o professor, a formação existente no Brasil é de qualidade. “A área de computação no Brasil sempre foi muito preocupada com a qualidade dos cursos de graduação, talvez até por este motivo o número de formados nunca foi muito elevado”, explica.

Um problema, no entanto, ressalta o docente, é a distância entre a formação recebida nas universidades e a necessidade tecnológica existente no mercado de trabalho. “Por um lado, as universidades ensinam ciência e utilizam tecnologia para exercitar esta ciência. Desta forma, o profissional terá melhores condições de enfrentar as mudanças tecnológicas que surgirão, e não são poucas. Por outro lado, as empresas querem um profissional qualificado, mas com alto conhecimento tecnológico imediato e atualizado”, cita Zorzo.

A própria universidade onde Zorzo atua tenta minimizar o problema com novas soluções. A PUCRS desenvolveu nos últimos anos um grandioso parque tecnológico (TecnoPUC) para aproximar academia e indústria, com apoio do governo. No local, alunos, profissionais do mercado, pesquisadores e gestores convivem trocando experiências, práticas, ideias e projetos em dezenas de empresas do ramo de tecnologia.

O professor recomenda que os profissionais que queiram atuar na área sejam pró-ativos, dominem a língua inglesa, tenham ética, e consigam trabalhar em grupo, com comprometimento, sabendo se comunicar com outras áreas do conhecimento. Avelino Zorzo recomenda: “O profissional de TI não tem mais o perfil do ‘nerd’. Hoje, o profissional tem de ser uma pessoa que consiga interagir com outros trabalhadores de uma maneira clara, pois na grande maioria da vezes ele irá resolver problemas, usando TI”, orienta. (Fonte: InfoMoney)

fonte: www.bonde.com.br

O céu é o limite


Vinícios Cardoso professor do CIn

Quando alguém fala em computação nas nuvens talvez a primeira ideia que venha à cabeça seja dispersão. Toda aquela informação jogada em algum lugar, sem destino, como uma nuvem, que está em qualquer lugar do céu. Na verdade, não é bem essa a ideia do cloud computing. O objetivo dessa plataforma é facilitar ainda mais a vida dos usuários, fornecendo informações seguras que não estão salvas em um hardware, mas em um espaço diferente, o datacenter. O conceito da nuvem prevê que dados e aplicativos possam ser acessados de qualquer lugar sem a necessidade de instalação de programas.

Professor do Centro de Informática da UFPE, Vinícius Cardoso Garcia ressalta novo paradigma de produção do sistema: você paga somente pelo que consome do servidor. Foto:Bernardo Dantas/DP/D.A PressPara alguns estudiosos,trata-se do movimento de uma era, da mesma forma que o foco do mercado foi migrando, desde os mainframes (computadores de grande porte) da década de 70, até a internet dos dias atuais. Um estudo feito pela CA Technologies, por exemplo, aponta 2011 como o ano em que corporações de todos os tamanhos tornarão realidade a transformação imposta pelanuvem. Segundo o diretor regional da Microsoft, Luis Eduardo Galvão Pinto, a computação em nuvem não é mais novidade para a empresa. ´Há cerca de 15 anos trabalhamos com essa plataforma. O que está acontecendo é que essas ferramentas, como o Hotmail, eram utilizadas para utilização pessoal e agora estão sendo adaptadas para uso corporativo`, diz.

diretor regional da Microsoft, Luis Eduardo Galvão Pinto

De acordo com dados da Microsoft, no mundo existem mais de 400 milhões usuários de cloud computing, deste montante, cerca de 50 milhões são brasileiros. ´Nos próximos 30 anos, a nuvem vai ser a grande revolução. É um conceito que era muito utilizado no ambiente de pessoas físicas. O Hotmail é um mercado em nuvem. Lá você pode acessar seus emails, postar fotos e não ocupar espaço no seu HD, isso é conceito de nuvem`, esclarece Galvão.

Para alguns profissionais, a nuvem é encarada como modismo, uma questão de marketing. É colocar uma nova cara em uma tecnologia antiga, como computação de utilitário, virtualização ou computação em grade. O pesquisador da área de tecnolgoia de redes do Instituto Nokia de Tecnologia Brasil, Fuad Abinader, esclarece alguns pontos. ´Muitas vezes o conceito de cloud é vendido como inovador, mas por trás está uma evolução do caminho de desenvolvimentos de sistemas`.

Os serviços oferecidos pela nuvem vão variar de acordo com a demanda. O professor do Centro de Informática da UPFE (Cin), Vinícius Cardoso Garcia, explica que a cloud pode ser pública, privada, híbrida ou comunitária. A diferença? As nuvens públicas são serviços fornecidos por terceiros; as privadas oferecem muitos dos benefícios das públicas com a diferença de que a empresa responsável mantém a nuvem e a híbrida ou comunitária é a resposta quando uma empresa precisa empregar os serviços de nuvens públicas e privadas. Uma nuvem híbrida pode atender processos críticos para a missão, como o recebimento de pagamentos dos clientes, assim como aqueles secundários para os negócios, como processamento de folha de pagamento.

fonte: www.diariodepernambuco.com.br

O que é Mídia Social?

Mídia Social é, em seu sentido mais básico, uma mudança na maneira como as pessoas descobrem, lêem e compartilham informações, notícias e conteúdos. É uma fusão social e tecnológica, transformando o que até então era um monólogo em um diálogo.

1 - Mídia Social descreve as ferramentas on-line que as pessoas usam para compartilhar conteúdo, perfis, opiniões, visões, experiências, perspectivas e mídia em si, facilitando assim conversas on-line e interação entre grupos de pessoas. Essas ferramentas incluem blogs, fóruns, podcasts, micro blogs, lifestreams, bookmarks, redes, comunidades, wikis, e vlogs.

Alguns exemplos que destaco como mídia social são Wikipedia (referência), MySpace e Facebook (redes sociais), Twitter e Jaikue (aplicativos de presença), YouTube (partilha de vídeo), Second Life (realidade virtual), Upcoming (Eventos), e Digg, Reddit e Propeller (notícias comportailhadas), Flickr e Zooomr (Imagens compartilhadas),Blogtv, Justin.tv, e Ustream (livecasting), Stickham, YourTrumanShow (episódica vídeo on-line), e Izimi Pownce (mídia compartilhada), del.icio.us (bookmarking ) EWorld of Warcraft (jogos on-line).

2 - Mídia Social é a democratização do conteúdo e da compreensão do papel que as pessoas desempenham no processo de leitura, não somente divulgar informações, mas também compartilhar e criar conteúdos para que outras pessoas possam compartilhar e usufruir.

Marketing e Estratégias para Mídia Social

As Redes Sociais criaram um novo panorama para as empresas tradicionais utilizarem ferramentas de marketing on-line. Mas quais ferramentas ou canais de mídias sociais utilizar para o meu cliente ou mercado específico? Como me destacar entre os milhões de usuários que agregam cada rede de mídia social?

Na opinião de Brian Solis “já atingiu um limite máximo de discussão versus execução e praticidade”, ou seja, já existe muita teoria sobre o tema. O que ele sugere é dividir o mercado de mídia social em especialistas, para que possamos crescer como um grupo.

As redes sociais não possuem “fórmulas mágicas”, é preciso, assim como no mundo real, conhecer o “ambiente” e as “pessoas” e acima de tudo “as regras” que integram o ambiente.

Michael Brito destaca que em sua opinião existem 5 fatores importantes em Mídia Social:

- Participação
- Abertura, transparência e informação
- Conversação
- Comunidade dirigida
- Facilitação (facilitando conversas que já estão acontecendo em linha)

É um fato incontestável que os consumidores, hoje, já participam em meios sociais. Certamente, os consumidores não estão com medo de participar de comunidades, gerar conteúdo e envolver-se em conversas sobre temas que lhes interessa. A pergunta que os profissionais de marketing precisam considerar é se eles querem ou não participar dessas conversas que já estão acontecendo. Será que eles querem um lugar à mesa ou não?

Brito alerta sobre a importância da transparência: estar aberto para uma conversa e divulgar quem você é, é o primeiro passo na construção de confiança com o seupúblico-alvo. É a mesma dinâmica ao construir relacionamentos off-line com amigos, conhecidos. Se você já entra em uma conversa com “mentiras ou máscaras”, pode deteriorar severamente a percepção que os outros têm de você, e, naturalmente, a imagem da sua empresa.

Por isso a importância de contratar profissionais especialistas em mídias sociais que possam agregar valor para sua empresa. No Brasil, esse é um mercado novo! É também sabido que dependendo o tamanho da empresa pode sair caro manter um funcionário trabalhando internamente especificamente com “mídia social”, por isso a sugestão é: terceirizar! Sim, exatamente isso. Contrate um especialista que trabalhe com mídias sociais em tempo integral para trabalhar para sua empresa.

Três empresas no Brasil apostaram nessa estratégia: ProplastikJozanCamboriu Online Shopping. (Resultados podem ser vistos em Rede Gehspace.com)

Jozan, em apenas 4 dias, atingiu a meta proposta para 30 dias: dobrar sua audiência de forma qualificada, ou seja, atrair pessoas que procuram justamente o que eles estão vendendo.

O que você está esperando para se inteirar mais sobre o assunto?

fonte: Géssica Hellmann emhttp://www.webartigos.com